segunda-feira, 12 de Janeiro de 2015 12:18h Da Agência Brasil

Defesa Civil de Angra dos Reis faz teste com sirenes de emergência

A Defesa Civil de Angra dos Reis, município do sul do estado do Rio de Janeiro, faz na tarde de hoje (12) teste de simulação de evacuação de áreas em situação de risco, em caso de chuvas fortes e ameaça de deslizamentos de terra

Serão acionadas 20 sirenes de emergência instaladas em áreas suscetíveis a desastres geológicos.

Agentes da Defesa Civil estarão nas comunidades no momento do simulado para tranquilizar e orientar a população. Os ensaios serão feitos todo mês, no mesmo dia e horário, como forma de prevenção de tragédias.

O secretário especial de Defesa Civil de Angra dos Reis, Marco Oliveira, explicou que o experimento é rápido e tem por finalidade familiarizar as pessoas com o som das sirenes.

“Fazemos essa demonstração por vários motivos: testar os funcionários, a eficiência dos equipamentos e ajustar o som. O principal objetivo é estimular uma mudança de comportamento no morador, fazer com que ele perceba a importância desse alerta para que possa agir de maneira correta caso haja alguma contingência”, disse.

Segundo Oliveira, periodicamente, são feitos exercícios simulados nas comunidades para criar situações reais e orientar a população nos momentos de emergência. Parte das instruções já estão sendo aplicadas nos cursos para agentes dos núcleos de Proteção e Defesa Civil.

De acordo com o superintendente de Planejamento e Gerenciamento de Crises, Hele Serafim Filho, as sirenes ainda estão em fase de testes e só serão entregues oficialmente ao município quando estiverem funcionando totalmente.

“Hoje, 90% estão nessas condições, o restante precisa de alguns ajustes. Duas das sirenes, por exemplo, ainda devem ser ligadas na rede elétrica. Mesmo assim, podem ser acionadas por meio de bateria, ou seja, todas serão utilizadas em caso de emergência”, esclareceu.

A última catástrofe que atingiu Angra dos Reisfoi no réveillon de 2010. Na ocasião, 53 pessoas morreram vítimas de deslizamento de terra em várias regiões do município. Uma pousada foi soterrada na Enseada do Bananal, na Ilha Grande.

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