quinta-feira, 6 de Novembro de 2014 05:26h

Dona de imobiliária falida é presa em Divinópolis

Na tarde desta terça-feira, a Polícia Militar de Divinópolis prendeu Joana D’arc Pereira Almeida

Contra ela havia um mandado de prisão expedido pela Justiça Federal. Joana e o marido, Gilson Rodrigues de Almeida, possuem vários processos em várias cidades brasileiras.
De acordo com a Polícia Militar, os policiais chegaram à mulher após outra ocorrência no dia 28 de outubro, quando indivíduos não identificados, durante uma perseguição, fizeram disparos de arma de fogo contra integrantes de uma viatura policial na estrada da barragem.
Nesta ocasião foi apreendida uma Strada roubada e um Uno sem queixa furto. Após levantamentos dos dados dos veículos, foi constatado que o Uno pertence a uma imobiliária que já esteve instalada na cidade, da qual os proprietários decretaram falência, não sendo mais vistos em Divinópolis.
Segundo levantamentos da Polícia Militar, os dois estão sendo procurados pelo Brasil afora pelos funcionários que tiveram prejuízos em diversas empresas que pertenciam ao casal, dentre elas a Oriental, que fazia transporte urbano no Rio de Janeiro. Ainda segundo os dados levantados pela Polícia Militar, o casal mora atualmente em um condomínio de luxo no Rio e, segundo informações, Joana estaria visitando familiares em Divinópolis.
Após consulta no sistema, foi constatado pela Polícia Militar que a Justiça Federal havia expedido um mandado de prisão a prisão contra Joana. Os policiais do 23º Batalhão, após diligências, localizaram a mulher em uma residência no bairro Halim Souki. Joana foi presa e conduzida para a delegacia.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Polícia Federal em Divinópolis para saber mais informações, já que o mandado foi expedido pela Justiça Federal, mas fomos informados de que não havia nenhuma ocorrência desta natureza na sede regional.
Fomos então até a delegacia da Polícia Civil, onde os agentes informaram que a mulher foi liberada ainda na terça-feira, já que o mandado de prisão foi devolvido. O mandado, segundo os agentes, era pelo artigo 168-A do Código Penal “Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional”. A pena para este crime é reclusão de dois a cinco anos e multa.

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