sábado, 30 de Agosto de 2014 07:51h

Estelionato é registrado em Oliveira, Pompéu e Dores do Indaiá

Casos de estelionato foram registrados em três cidades diferentes nos últimos dias.

Em um dos casos um indivíduo se fez passar por funcionário de uma agência bancária, em outro os bandidos usaram o nome de uma unidade de saúde e no terceiro foi usada a tática da recarga premiada em telefone celular. Ao todo, as vítimas perderam mais de R$ 5 mil.
Em Oliveira, a vítima, de 40 anos, informou que no início da manhã, sua esposa esteve na agência da Caixa Econômica Federal a fim de sacar certa quantia em dinheiro. No momento do saque apareceu um indivíduo que ofereceu ajuda, o que a fez pensar se tratar de um funcionário da agência.
Com a distração, o suspeito sacou determinada quantia e entregou o cartão. Passadas algumas horas a vítima percebeu a troca do cartão magnético por outro, no nome de Afonso Marques Cardoso.
Horas depois foram descobertos saques e uma transferência na referida conta, totalizando de R$ 4,5 mil. O suspeito não foi localizado, bem como não foram passadas as características físicas dele a fim de facilitar as ações de identificação.
Nestes casos a Polícia Militar orienta que o cidadão nunca aceite ajuda de pessoas que não sejam funcionários das agências bancárias e que, na dúvida, procurem o gerente.

 

 

 

 

 

Pompéu
A vítima, de 30 anos, compareceu à agência da Caixa Econômica Federal, relatou que seu pai está internado na Santa Casa de Pompéu e que ela recebeu uma ligação, na qual a pessoa se identificou como médico e informou que seu pai precisava realizar um exame de tomografia urgente. Para que tal exame fosse feito, ela precisava depositar a quantia de R$ 1,5 mil em uma conta. Então, a vítima deslocou-se para a agência bancária e fez a transferência.
Posteriormente, ao verificar que a conta era de uma agência da cidade de Rondonópolis, no estado do Mato Grosso, ela desconfiou e fez contato telefônico na unidade de saúde onde foi informada por uma funcionária que provavelmente se tratava de um golpe, pois o hospital não trabalha desta forma e que os estelionatários tiveram acesso aos dados do paciente possivelmente por meio do sistema on-line SUS Fácil.
A funcionária ainda disse que familiares de outros pacientes também tinham ligado para o hospital, uma vez que haviam recebido ligações semelhantes. A vítima retornou à agência bancária, onde foi verificado que os bandidos haviam sacado R$ 700, tendo a agência bloqueado os R$ 800 que ficaram na conta.

 

 

 

Dores do Indaiá
Um homem, de 41 anos, compareceu à sede do quartel da Polícia Militar, onde relatou que havia caído em um golpe, no qual um indivíduo não identificado, alegando ser funcionário da operadora Vivo, disse que ele havia sido premiado com uma quantia em dinheiro. Porém, para que fosse contemplado, era necessária a realização de um depósito no valor de R$ 250,50 em uma conta bancária. Posteriormente, ficou constatado que se tratava de um golpe.

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