terça-feira, 7 de Janeiro de 2014 05:19h Pollyanna Martins

Fábrica de sorvetes pega fogo na tarde desta segunda-feira

Uma fábrica de sorvetes pegou fogo na tarde desta segunda em Divinópolis. A fábrica que fica no bairro Manoel Valinhas teve apenas um setor atingido. De acordo com os bombeiros o incêndio começou na parte de refrigeração da empresa. A principal hipótese é que tenha ocorrido um curto circuito, uma vez que o incêndio iniciou perto do quadro de forças da empresa, mas apenas a perícia que irá vistoriar o local poderá concluir o que causou as chamas.
Apenas a tubulação na parte de refrigeração foi atingida, pois o incêndio não se caracterizou com altas temperaturas. Quando o corpo de bombeiros chegou ao local, os funcionários da fábrica já tentavam conter as chamas com baldes de água. “O fogo quase atingiu um depósito de álcool, o que poderia ter causado um estrago maior, e nós fechamos o registro deste líquido para que ele não vazasse. A parte superior desse reservatório é um depósito com materiais da empresa, e tinha muito material combustível, e poderia ter atingido toda empresa”, relata o aspirante do Corpo de Bombeiros, Márcio Túlio de Oliveira. A fábrica ficará cerca de seis dias com o setor fechado. Para voltar às atividades será necessário fazer a retirada do álcool que fica no reservatório, e fazer a reavaliação do maquinário.
O proprietário calcula um prejuízo próximo a duzentos mil reais. “Nós vamos estabelecer a parte que foi atingida, onde faz a produção de calda. Vamos ter que trocar os quadros elétricos da empresa toda, calculo que voltaremos a funcionar em até oito dias. Mas nós vamos funcionar parcialmente, porque temos outra parte de produção de calda”, relata o proprietário Célio José da Silva. De acordo com Célio, os funcionários do setor não viram quando o incêndio começou, mas acreditam que foi o aquecedor que pode ter estragado durante a produção. “Felizmente ninguém ficou ferido, mas foi um grande susto. Já tem vinte e um anos que eu trabalho com sorvete e isso nunca aconteceu. Agora nós vamos trabalhar na reforma”, lamenta.

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