terça-feira, 14 de Agosto de 2012 15:56h Gazeta do Oeste

Mais de 40 mil armas apreendidas em Minas serão destruídas pelo Exército

Pelo menos 42 mil armas guardadas nos fóruns de Belo Horizonte, de municípios da Região Metropolitana e do interior do Estado serão destruídas pelo Exército. A recomendação é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para evitar o roubo pelo crime organizado.

O CNJ defende que seja dado fim a drogas, armas e outras provas anexadas a processos assim que for realizada a perícia ou o recolhimento de peça que sirva como prova. Na maioria das vezes, o material apreendido fica guardado por até cinco anos, prazo para a conclusão de alguns processos.

Representantes do Exército Brasileiro, da Polícia Federal e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais terão reunião hoje, em Belo Horizonte, para definir como será feita a destruição de todas as armas guardadas no Estado.

As máquinas caça-níquel apreendidas na capital e em Santa Luzia, na Grande BH, já estão sendo inutilizadas pela polícia antes mesmo da conclusão das ações criminais. Antes, os equipamentos ficavam amontoados em galpões da Justiça, e a espera para a realização da perícia da Polícia Civil chegava a sete meses[/TEXTO]. Os chips e as informações guardadas na memória das máquinas são anexados aos processos do Juizado Criminal das duas cidades.

Em Santa Luzia, a decisão da Justiça de destruir os caça-níqueis foi tomada por falta de espaço no Juizado Criminal do Tribunal de Justiça de Minas no município.

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