quinta-feira, 21 de Maio de 2015 11:36h

Olho Vivo reduz criminalidade em 30%

Central de Monitoramento transmite imagens de forma ininterrupta por meio de 32 câmeras

Em nove meses de funcionamento em Divinópolis, o sistema de monitoramento por câmeras Olho Vivo apresenta resultados efetivos na redução de criminalidade na área central. Segundo dados apresentados pelo 23° Batalhão da Policia Militar, houve redução de aproximadamente 10% nos crimes violentos e 30% dos crimes não violentos na região monitorada pelas câmeras. Com a contribuição do equipamento, 80 pessoas foram presas.
A Central de Monitoramento transmite imagens de forma ininterrupta e em tempo real por meio de 32 câmeras. A Prefeitura de Divinópolis mantém 15 profissionais treinados no videomonitoramento. Assim que o monitor visualiza cena que necessita de intervenção policial, a equipe de policiais é encaminhada para verificar a situação. A prevenção é o foco principal do Olho Vivo, mas a repressão pode ser potencializada pela identificação de autores de crimes ou veículos por eles usados.
O presidente da Associação Comunitária para Assuntos de Segurança Pública (Acasp), José Vitor Batista, destaca a redução da criminalidade. “Desde que o Olho Vivo começou a operar, nitidamente percebemos a redução dos crimes. O sistema funciona muito bem; foi instalado com tecnologia de ponta, de primeiro mundo. O comerciante de Divinópolis está agora mais seguro”, disse Batista.
Segundo o Tenente da Policia Militar, Felipe Cardoso Borges, no período de funcionamento, a polícia já conseguiu resultados positivos. “Os principais casos são decorrentes de uso e tráfico de drogas. Temos muitos exemplos na Praça do Santuário, onde indivíduos já foram presos. Assim que o monitor visualiza a atitude suspeita, rapidamente informa a viatura policial, que imediatamente realiza a abordagem e a prisão. O Olho Vivo é grande estratégia de combate a criminalidade”, completa o Tenente.
O prefeito Vladimir Azevedo ressalta que o sistema de monitoramento por câmeras representou ganho para segurança pública.  “O Olho Vivo custa-nos R$ 500 mil por ano para equipe de monitoramento e manutenção de câmeras. Os nove meses de funcionamento mostram que o investimento não tem preço, é grande ganho para a segurança no município. Dividimos o resultado com a Polícia Militar, a Polícia Civil e todas as forças de segurança, mas acima de tudo com a comunidade, com a Acasp que em nós acreditou e conosco somou para concretização do projeto”, finaliza Azevedo.

 

Crédito: Arquivo GO

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