quinta-feira, 2 de Janeiro de 2014 06:38h Atualizado em 9 de Janeiro de 2014 às 06:07h. Luiz Felipe Enes

Polícia já investiga morte de homem encontrado no rio Pará

A vítima estava com pés amarrados e com a boca amordaçada com fita adesiva

Desaparecido desde última quinta-feira (26), o corpo de Gilberto Castanheira Mendonça, 36 anos funcionário da prefeitura de Divinópolis e também comerciante foi encontrado, por um pescador, boiando no rio Pará, próximo à cidade de Pitangui, na tarde de domingo (29). O carro de Gilberto foi encontrado incendiado no bairro João Paulo II, em Divinópolis.
A Polícia Civil de Divinópolis informou que na tarde desse domingo, um pescador avistou um corpo flutuando e acionou os Bombeiros de Nova Serrana, que fizeram a retirada. Gilberto estava com as mãos amarradas e a boca amordaçada. Familiares da vítima estiveram no IML de Pará de Minas, para onde o corpo foi levado e fizeram a identificação do rapaz por meio das roupas.
Segundo os Bombeiros de Nova Serrana, como o corpo estava em estado avançado de decomposição, não houve velório. Gilberto foi sepultado na manhã de ontem, no Cemitério do Centro em Divinópolis. Ainda segundo a Polícia Civil, não havia marcas de violência no corpo da vítima porém somente o laudo pericial deve apontar o que de fato causou a morte do homem.
Gilberto foi visto pela última vez na quinta-feira (26), em Divinópolis. Ele havia saído de casa para ir ao supermercado e desde então não foi mais visto. O carro que ele dirigia foi encontrado incendiado no bairro João Paulo II, também em Divinópolis no último sábado (28). A perícia constatou que no interior do veículo não havia nenhum sinal de corpo carbonizado.
Naquela ocasião, familiares e amigos da vítima ainda esperançosos, chegaram a fazer buscas em uma mata próxima ao local onde o carro foi localizado, mas sem êxito. Segundo o delegado de crimes contra a vida, da Polícia Civil, Diego Cardoso Matos já se trabalha com a hipótese de homicídio. “Dentro das informações que temos, já foi aberta uma investigação para apurar o crime, mas a causa e motivação ainda são desconhecidas”, afirma.

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