quinta-feira, 31 de Março de 2016 12:28h Polícia Civil de Minas Gerais

Suspeito de matar índio no centro da capital é indiciado por mais um homicídio

O homem apontado como responsável pela morte brutal de José Januário da Silva (o Índio), de 57 anos, está sendo indiciado pela Polícia Civil também pelo homicídio de Paulo Henrique da Silva e Silva, de 18 anos

Cristiano Barbosa dos Reis (conhecido como Magrão), de 35, teria contado com a ajuda de um adolescente de 17 anos para cometer o crime.

Paulo Henrique foi assassinado na noite do dia 31 de dezembro de 2015, no bairro Carlos Prates, região Noroeste da capital. A delegada responsável pelas investigações Francione Fintelman, representou pela prisão preventiva de Cristiano, que já foi denunciado pelo Ministério Público. Cristiano se encontra preso, desde fevereiro, em virtude da morte de José Januário.

 

 

 

Conforme apurado, a motivação para o crime foi a disputa pelo tráfico de drogas na região em que ocorreu o homicídio. No dia do crime, a vítima estava em companhia da namorada quando Cristiano e o adolescente chegaram. Eles iniciaram uma discussão e, minutos depois, Cristiano sacou a arma e a entregou ao adolescente, que disparou uma única vez contra Paulo Henrique.

Cristiano, que encontra-se detido no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional, tem registros por furto qualificado, falsidade ideológica, roubo e homicídio qualificado. Ele ainda é investigado em outros dois inquéritos em que também figura como suspeito de homicídio.

 

 



Covardia
Na madrugada do dia 15 de janeiro deste ano, José Januário foi brutalmente espancado e morto no centro da capital. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que a vítima foi agredida, recebendo diversos chutes na cabeça. José Januário chegou a ser internado, mas não resistiu aos ferimentos. Em virtude da violência empregada na ação, foi verificada uma lesão no pé direito do agressor, Cristiano.

De acordo com testemunhas, o suspeito estaria irritado com José Januário, já que a vítima ficava alterada quando consumia drogas, causando incômodos à atividade criminosa operada por Cristiano. Além disso, o crime pode estar relacionado a dívidas de droga que a vítima havia contraído com o suspeito. Levantamentos indicam que Cristiano era responsável pela distribuição de drogas que seriam vendidas no centro da capital.

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