Advogado de defesa do prefeito Galileu Machado diz que resultado mostrou a legalidade dos atos do prefeito.

Defensor disse que não esperava resultado diferente do que foi confirmado pelos vereadores.

ILÍDIO LUCIANO

Responsável pela defesa do prefeito Galileu Teixeira Machado (MDB), o advogado Daniel Cortês Borges, usou apenas 25 minutos das duas horas em que teve direito, na Tribuna da Câmara Municipal de Divinópolis, na manhã/tarde desta sexta-feira (06/09). Ao final, com o resultado favorável ao prefeito, o advogado comentou sobre a absolvição de Galileu.

“Desde o começo nós já sabíamos que seriam todas rejeitadas; a questão do estacionamento rotativo é absurda, várias cidades modernas pelo Brasil utilizam esse processo. Eles queriam fazer com que multa fosse tributo, e multa nunca foi tributo, não tem outra natureza jurídica; A questão da nomeação do Marcelo Marreco, também, é impossível hoje uma pessoa ter um cargo e não trabalhar; e o caso do Doutor Wendel, tem uma Lei que eles mesmo votaram, autorizando ele vir aqui e defender o prefeito e mesmo assim ele não fez isso, ele falou sobre um momento de instabilidade política; eu até fiquei surpreso com quatro ou cinco votos contrários a absolvição, mas quem votou contra não conhece a verdade dos fatos”, explanou.

O advogado atribui a questões extremamente políticas, para a apresentação das denúncias que levaram a instauração da Comissão Processante.

“Sempre foi uma questão política, eu sempre falei isso, mas todos os atos foram legais, eu sempre pensei nisso, tinha certeza de que o resultado seria esse, a não ser que tivessem fatos estranhos por aí, mas que todos os atos foram legais,  ninguém tinha dúvida”, sentencia.

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