sexta-feira, 17 de Maio de 2013 10:22h Antonio Anastasia

Anastasia mostra potencialidades de Minas a investidores em viagens aos Estados Unidos e à Europa

“Minas não pode ficar parada. Temos de agir de maneira muito enfática na obtenção de novas empresas. O mundo hoje é globalizado, ele é totalmente aberto e nós não podemos mais viver cercados entre montanhas. Felizmente, temos conseguido bons frutos dessas

Olá! Este é o Palavra do Governador, uma conversa semanal com o governador Antonio Anastasia sobre os temas que interessam a Minas e aos mineiros. Conosco mais uma vez o governador Antonio Anastasia. Como vai, governador, tudo bem?

Antonio Anastasia: Tudo bem, muito obrigado!
Governador, o senhor acaba de voltar de Nova York, nos Estados Unidos, onde fez palestra para investidores globais. Conte para a gente um pouco sobre essa viagem, governador.

Antonio Anastasia: É verdade. Minas Gerais foi convidada - e foi uma grande honra para nós - a participar em um grande seminário de investidores internacionais, patrocinado pela Bloomberg e também pela McKinsey. Em Nova York, nos Estados Unidos, nós tivemos a oportunidade de apresentar Minas Gerais a grandes investidores. Como Minas Gerais tem sido, felizmente, um porto seguro nas aplicações internacionais, nós estamos obtendo grandes investimentos no Estado.
Observamos a vinda de grandes empresas recentemente, como a Panasonic, a Toshiba, a nova fábrica da Coca Cola, agora em Itabirito, e outras tantas que, nós sabemos, estão vindo para Minas. Mas o fundamental é uma apresentação que fizemos, muito clara, da segurança jurídica no Estado e das questões do capital humano, ou seja, do valor da nossa gente, dos nossos bons indicadores em educação, dos nossos indicadores de desenvolvimento e de infraestrutura e até de crescimento, acima da média nacional, para atrairmos empresas. Sabemos que hoje há uma grande competição entre os estados. Minas não pode ficar parada. Ao contrário, temos de agir de maneira muito enfática na obtenção dessas novas empresas. Esse foi o objetivo desse grande seminário que ocorreu em Nova York.

Nessas ações, o senhor embarca na semana que vem também para a Europa, não é isso?
Antonio Anastasia: Dando sequência exatamente a essa viagem, nós temos agora uma agenda extremamente interessante na Inglaterra e na França, de natureza institucional e econômica. O grande objetivo, de fato, é mostrar Minas Gerais para os investidores, manter a nossa política de abrir Minas para o mundo, o que todos os estados têm feito e que Minas Gerais, ao longo dos últimos dez anos, também tem se empenhado de maneira tão veemente. E isso tem rendido frutos. Inclusive traremos para Minas, no segundo semestre, o grande Congresso Mundial do Café. Uma das agendas é a visita à

Organização Internacional do Café, em Londres, exatamente para ultimar os preparativos para esse grande evento. E, da mesma forma, nós vamos visitar empresas, vamos apresentar Minas Gerais, as suas potencialidades, apresentar o que podemos fazer para ter empresas em Minas. E também, na França, vamos visitar o estado “irmão” de Minas, a chamada região de Nord-Pas de Calais, uma região cuja capital, Lille, tem muita sintonia com Minas Gerais. Já recebemos várias delegações dessa região e será a primeira vez que lá irei pessoalmente para firmar novos acordos. E em Paris, além da apresentação econômica do estado, que faremos durante três dias com visitas às empresas francesas que têm investimentos em Minas e outras que podem vir a ter, nós vamos também, para orgulho nosso, assinar um acordo com a chamada ENA, que é a Escola Nacional de Administração da França. Ela é considerada a melhor escola do mundo em Administração Pública e vai firmar uma parceria com a

Escola de Governo da Fundação João Pinheiro, a melhor escola de Governo do Brasil. Então vamos ter a condição de alcançar um patamar ainda maior de excelência na formação de nossos servidores públicos.

Qual a importância dessas agendas, governador, no sentido de apresentar Minas para o mundo como o senhor tem feito?

Antonio Anastasia: O mundo hoje é globalizado, ele é totalmente aberto e nós não podemos mais viver cercados entre montanhas. Os mineiros não podem mais trabalhar em silêncio. Ao contrário, nós temos de falar, falar, alardear aquilo que estamos fazendo. Por isso mesmo, essas missões são importantes, como temos feito, eu e os demais governadores, exatamente para mostrar a relevância de nossos estados. E é claro que, acompanhado também dos empresários, (as missões têm o objetivo de) mostrar as potencialidades de Minas. E, felizmente, temos conseguido bons frutos dessas visitas, haja vista os investimentos tão expressivos no estado ao longo dos últimos anos.

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