terça-feira, 30 de Setembro de 2014 04:24h

“Aprendi com meu avô e meu pai que a política deve encurtar a distância entre o poder público e a população”

Crédito: Divulgação

 

Quem é Gustavo Perrella?
Fui criado em São Gonçalo do Pará, neto e filho de políticos. Meu avô, Zé do Arthur, foi prefeito por duas gestões e em sua época já apresentava diferenciais na visão e na forma de governar. O trabalho dele ficou marcado na história política da cidade e da região. Meu pai, Zezé Perrella, foi deputado estadual, deputado federal e é atualmente um senador da república em pleno mandato. Foi presidente do Cruzeiro e imprimiu uma forma de administração que tornou o clube um modelo de eficiência e vitórias. Eu sou administrador de empresa de formação e político de coração. Aprendi com meu avô e meu pai que a política deve encurtar a distância entre o poder público e a população. E é com esta combinação de referências e experiências da família que estou fazendo minha própria história começando como deputado estadual e agora almejando uma cadeira na Câmara Federal para ampliar meu trabalho parlamentar. Sou jovem com a maturidade necessária para enfrentar desafios e acredito na modernidade alinhada com a experiência de resultados para promover mudanças verdadeiras e esperadas há muito tempo. Sou de uma geração que tem a exigência da qualidade como uma característica e a dedicação como uma consequência. Sou uma pessoa detalhista e gosto de buscar a perfeição sem sacrificar os valores humanos, sempre referendando a gratidão. Sou um candidato à Câmara Federal e tenho uma enorme satisfação em receber o reconhecimento e a confiança de tantas pessoas que abraçaram a campanha como se fosse deles... E é, na verdade!

Quais suas propostas, caso seja eleito?
Minhas propostas não são pretensiosas, mas têm a ousadia da simplicidade, como forma de solução de problemas que se arrastam.
EDUCAÇÃO – Na educação vamos aprimorar o conceito da “Escola Cidadã” através de ações imediatas para promover a contenção de alunos e professores no ambiente escolar. A ideia é ampliar as atividades curriculares dando ao estudante a motivação para aprender e ao professor a remuneração para que ele se dedique plenamente à sua atividade. A “Escola Cidadã” terá o envolvimento da família, da sociedade, do governo e dos setores empresariais como verdadeiros investidores na qualidade do ensino. A qualificação e cursos profissionalizantes serão inclusos nas grades curriculares observando a atividade econômica de cada região, como por exemplo, onde há atividade agropecuária os alunos terão aulas e informações do setor, e assim por diante. Cursos e atividades culturais e esportivas também serão colocados à disposição dos alunos com conteúdo mais profissional. Com uma política de contenção de alunos e professores nas escolas as vantagens e benefícios são grandes: menor risco de envolvimento com a criminalidade, atividades culturais, artísticas e esportivas através de um programa estabelecido, garantia de alimentação saudável e salários mais dignos para professores e profissionais do setor, que receberão subsídios de empresas que estarão investindo na qualificação educacional e de mão de obra dos alunos.
SAÚDE – Na saúde estou propondo a mudança de foco. Ninguém faz turismo em Posto de Saúde ou hospital e desta forma é preciso ser mais ágil e pragmático. Minha proposta visa o fortalecimento dos Consórcios Intermunicipais de Saúde e a implantação de hospitais universitários, já que na verdade os hospitais regionais são verdadeiros bancos de leitos, que não garantem o atendimento da população onde são implantados. As prefeituras não suportam a responsabilidade de manutenção deste modelo de unidade de saúde, enquanto o hospital universitário é um centro de pesquisas, podem ter um número maior de especialidades e oferecê-los à população, além de equipamentos e tecnologia, atendimento qualificado que podem ser subsidiados pela iniciativa privada do setor e do próprio Ministério da Educação (MEC), o que garante o seu pleno funcionamento. A medicina preventiva é uma outra grande vantagem do sistema proposto, porque haverá maior disponibilidade de tempo e capacidade de atendimento.
TURISMO – Tenho propostas para o Turismo Criativo, com maiores investimentos e a ampliação da indústria do turismo com geração de emprego e renda. O espaço para ações de turismo em nosso Estado é muito maior que passeios em cidades históricas e instâncias hidrominerais, com toda a certeza. Precisamos incentivar o turismo esportivo pela riqueza de locais e oportunidades. Temos duas grandes represas no Estado para esportes náuticos. O turismo ecológico, cachoeiras, recantos e locais para um turismo diferenciado, passando pela gastronomia e artes. Tudo em Minas Gerais parece moldado para o turismo. Tem de tudo em nosso estado e é preciso conhecer.
ECONOMIA – Outra proposta que levarei comigo para a Câmara Federal está na área econômica, reativando as câmaras setoriais responsáveis por cada setor produtivo com investimentos de acordo com sua importância no PIB.  Toda a “cadeia produtiva” será beneficiada. Um exemplo está aqui em Divinópolis, no setor têxtil/vestuário. Desde o produtor da semente do algodão, passando pela colheita, beneficiamento, tecelagem e manufatura até as vias de escoamento da produção, como a MG-050, que precisa ser duplicada para garantir o desenvolvimento com sustentabilidade, receberão uma atenção técnica evitando os equívocos e erros de investimento.
MÚSICA E ARTES – A proposta que levo para o Congresso com mais atenção e orgulho tem muito a ver com um segmento muito rico aqui em Divinópolis, que é a atividade dos músicos e trabalhadores da área artística musical. Estive conversando com vários profissionais e juntos construímos uma proposta que reconhece a música como uma atividade profissional e, por este motivo, tem direitos e deveres. Vários músicos se queixaram da forma como são tratados no mercado de trabalho. Músicos estudam, trabalham, pesquisam e investem em infraestrutura de instrumentos e equipamentos e não recebem garantias que quem os contrata. Muitos trabalham durante o dia e cantam e tocam à noite, correm riscos em estradas, chegam a trabalhar até 12 horas por dia e enfrentam todo tipo de discriminação na hora de buscar empréstimos ou subsídios para produzirem um CD ou DVD para promoverem seus trabalhos. Meu projeto coloca este assunto em pauta e abrange outras atividades culturais/artísticas que enfrentam problemas reais num mundo onde o grande “glamour” é a dedicação a uma arte milenar.
Temos propostas e projetos elaborados por profissionais experientes e isso garante resultados mais consistentes. O trabalho já começa agora, quando debatemos as necessidades e expectativas da população. É neste caminho que vamos seguir, com novas ideias e propostas viáveis e não uma “varinha mágica”, como alguns candidatos aparecem neste momento. Meu trabalho como deputado sempre seguiu o critério de fazer, aprovar emendas, enviar benefícios antes de solicitar alguma coisa. Tem cidades onde nunca recebi um só voto, mas que intermediei benefícios junto ao governo estadual e federal e vejo isso como uma renovação na forma de fazer política.

Por que o eleitor deve votar em Gustavo Perrella?
Antes de responder “por que” votar em Gustavo Perrella vou falar “para que” votar em Gustavo Perrella. Não foi apenas a mobilização popular de junho do ano passado que mostrou aos governantes a necessidade latente das mudanças. Existe um contexto muito mais amplo e intenso exigindo renovações. Não é possível haver mudanças se a essência do processo é relevado a segundo ou terceiro plano, como é o caso de mudanças nos fatores tributários, que castigam as instituições produtivas. Como são as necessidades de reformas política e previdenciária ou nas questões de segurança do cidadão. Votar em Gustavo Perrella é uma oportunidade de opção pela modernidade com a mudança de mentalidade que nos remete às mudanças nas atitudes dos políticos para “construir” e não “remendar”. Fiz um trabalho na Assembleia Legislativa de Minas, que mostrou que é possível fazer política com responsabilidade. A população foi às ruas pedindo “respeito” e faço parte desta geração que tem mais que propostas: tem atitudes para fazer e

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