segunda-feira, 4 de Novembro de 2013 04:36h Carla Mariela

Bairro Lagoa dos Mandarins poderá receber 1.000 casas populares

Baseada nas informações passadas pelo deputado, o bairro Lagoa dos Mandarins é um local bom que se pode conseguir um custo muito interessante, uma vez que também é um terreno da própria Cohab, com parceria do governo do estado, com a prefeitura e banco do

O deputado federal, Domingos Sávio (PSDB), em entrevista por telefone, à Gazeta, relatou que se reuniu com o secretário de Desenvolvimento Regional, Olavo Bilac Pinto, com o intuito de reiterar junto a ele seu pedido da construção de mais de 1.000 casas populares para o município de Divinópolis por meio do programa Cohab Minas.

 


Segundo Sávio, o secretário assumiu com ele o compromisso de priorizar estas 1.000 casas para o bairro Lagoa dos Mandarins até o final do ano que vem. Conforme Sávio, ele está tentando agendar provavelmente para a próxima segunda-feira uma reunião com o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo (PSDB) para informar ao gestor sobre este assunto. O parlamentar também frisou que marcará uma nova reunião com Olavo Bilac para reafirmar este compromisso.
Baseada nas informações passadas pelo deputado, o bairro Lagoa dos Mandarins é um local bom que se pode conseguir um custo muito interessante, uma vez que também é um terreno da própria Cohab, com parceria do governo do Estado, com a prefeitura e Banco do Brasil. “O principal objetivo do encontro com o secretário foi acertar uma terceira etapa referente ao bairro Lagoa dos Mandarins, com a condição de mais 1.000 habitações. Este bairro possui um ponto bom e a nossa meta é entregar as 1.000 casas até o final do próximo ano”, destacou.

 


Sobre a importância de beneficiar os cidadãos de Divinópolis com estas residências, o deputado Domingos Sávio, afirmou que se considera um parlamentar atento, e uma dentre as suas solicitações em prol de Divinópolis tem sido as casas populares. Para ele, embora o chefe do Poder Executivo, Vladimir Azevedo, tenha batido o record com o número de casas populares na história do município, a demanda ainda é muito grande.

 


Sávio ainda deixou claro que sabe que tem muitas pessoas que pagam aluguel, e abordou que, além disso, tem outras tantas que moram em condições inadequadas. “Tenho a certeza que a construção destas 1.000 casas chegam em boa hora porque acaba sendo uma forma de gerar mais empregos e economia na cidade além de dar moradia para a população”, abordou.

 

Sobre a Cohab de Minas:

 


O Governo do Estado criou a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab/MG), em 18 de agosto de 1965, como sociedade de economia mista, com base na lei 3.403, de 02 de julho daquele mesmo ano.

 


Ela foi fundada com a finalidade de combater o déficit habitacional e urbanizar vilas e favelas no Estado. A iniciativa visou responder ao desafio do êxodo rural e da migração populacional para os grandes centros urbanos: consequência da busca de oportunidades produzidas pela transformação econômica e social que o país e Minas Gerais viveram na década de 60.

 


Assim como hoje, a Cohab Minas, responsável direta pela concepção e execução de políticas que visam reduzir o déficit habitacional em Minas Gerais, incumbiu-se de enfrentar essa grande tarefa.
No dia 1º de novembro de 1967, inaugurou o seu primeiro conjunto habitacional: o CH Vale do Jatobá, em Belo Horizonte, com 1.312 moradias. Ao longo de toda a sua existência, a Companhia já investiu cerca de 1,5 bilhão de reais e construiu cerca de 113 mil moradias em 370 municípios mineiros.
O ciclo do planejamento iniciou em 2012 e vai até 2030, a habitação continua sendo foco do processo estratégico de longo prazo do Estado. Os recursos para atendimento das demandas do programa habitacional estão sendo viabilizados pelo Governo de Minas Gerais por meio da Cohab Minas, em parcerias com os municípios e com os programas do governo federal para a habitação de interesse social e mais recentemente com o Programa Minha Casa Minha Vida.
De 2005 até o final de 2012, foram investidos em habitação mais de R$ 800 milhões, sendo que deste total cerca de R$ 560 milhões foram repassados pelo Governo do Estado, através do Fundo Estadual de Habitação (FEH), o que representa 70% do investimento total despendido no período.

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