sexta-feira, 27 de Julho de 2012 12:39h Atualizado em 27 de Julho de 2012 às 12:40h. Gazeta do Oeste

Balanço revela que PAC 2 só concluiu três obras em Minas Gerais

Depois da BR-262, a que está em estágio mais avançado é a BR-146, entre Bom Jesus e Guaxupé, no Sul de Minas. O trecho, de 54 quilômetros, tem 98% de conclusão.

Apenas três obras previstas para Minas Gerais por meio da 2ª edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) já estão prontas: a duplicação de 83 quilômetros da BR-262, entre Betim e Nova Serrana, e a construção das usinas térmicas movidas a biomassa dos vales do Paracatu (Bevap) e do Tijuco.
Um ano e meio depois do início do programa, outras intervenções aguardadas pelo Estado mal saíram do papel – a exemplo da reforma do terminal de passageiros do aeroporto de Confins, que tem somente 4,8% de execução.

 

 

Os números constam do 4º balanço do PAC 2, divulgado ontem pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Em todo o país, até o primeiro semestre de 2012, somente 29,8% das ações planejadas para o período 2011-2014 foram finalizadas, num investimento total de RS 211 bilhões. O governo federal não divulgou, no entanto, quanto desse montante coube a cada unidade da federação.

 

 

No caso de Minas, o destaque do ministério ficou por conta dos empreendimentos rodoviários, dada a extensa malha que corta o Estado. Depois da BR-262, a que está em estágio mais avançado é a BR-146, entre Bom Jesus e Guaxupé, no Sul de Minas. O trecho, de 54 quilômetros, tem 98% de conclusão.

 


As rodovias que serão concedidas à iniciativa privada não passaram por nenhum progresso. Tanto a BR-040 quanto a BR-116 não avançaram para além da fase de audiências públicas. A previsão é de que a primeira vá a leilão em janeiro de 2013 e a segunda, em dezembro deste ano. O prazo pode se alongar caso haja pronunciamento contrário do Tribunal de Contas da União.

 

 

 

Em relação à produção de energia, além das usinas térmicas já finalizadas em Minas, há outras próximas da inauguração. A Usina Hidrelétrica de Simplício, na divisa com o Rio de Janeiro, é a mais adiantada, com 90% de execução. A estimativa é de que esteja pronta para a operar em novembro. O investimento total será de quase R$ 2,3 bilhões.

 

 

A meta do governo é executar, em todo o país, por meio do PAC 2, R$ 708 bilhões até o fim do mandato de Dilma Rousseff.

 

 

 

 

 

 

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