quinta-feira, 15 de Setembro de 2011 12:24h Sarah Rodrigues

Bancos devem se adequar ao número mínimo de 30 guarda-volumes

Fiscalizações continuam

Após a alteração da lei n° 7.150 que prevê obrigatoriedade das instituições financeiras, órgãos públicos e empresas que possuírem porta de segurança com detector de metais de instalarem guarda-volumes no hall de entrada para a população, as agências bancárias precisam se adequar e oferecerem o número mínimo de 30 guarda-volumes para os usuários.


A lei n° 7.150 está em vigor desde o dia 02 de março de 2010 e até o início de 2011 as agências bancárias ainda estavam se adaptando. Agora, com a alteração os bancos precisam se adequar e instalar as 30 unidades.


A princípio os bancos alegaram ter dificuldades de instalarem os guarda volumes, uma vez que as portas detectores de metal ficam na entrada da maioria dos estabelecimentos. Muitos conseguiram instalar os guarda-volumes rapidamente, gerando uma comodidade para os usuários, contudo segundo a secretaria de Meio Ambiente, grande parte das agências têm pouco mais de 10 unidades.


Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Pedro Coelho, as fiscalizações nas agências bancárias continuam e os bancos precisam fazer uma nova adequação. “A gente continua com a fiscalização referente aos guarda-volumes, nas agências bancárias, os fiscais continuam indo aos bancos. Os fiscais notificam os estabelecimentos, as agências que não estão cumprindo a normativa e dão um prazo para se adequarem, após este prazo caso não haja a adequação, é emitida uma multa”.


Para o secretário os bancos têm se adequado à normativa e fornecido o serviço de guarda-volume para os usuários. Ele frisou que se os consumidores observarem alguma irregularidade podem reclamar junto à Semmapu. “É importante salientar que nós conseguimos grandes avanços, as agências bancárias estão atendendo a normativa e aquele cidadão que não tiver o serviço como determina a norma, a seu dispor pode procurar a secretaria de Meio Ambiente para fiscalizarmos estas agências”, explicou.


De acordo com Coelho, para o valor mínimo de 30 unidades as fiscalizações já estão sendo feitas. “Nós temos feito esta fiscalização, os fiscais têm caminhado, ido às agências bancárias, trabalhamos em conjunto com o legislativo, e com o vereador que criou a lei, nós temos um contato muito próximo de acompanhamento e a gente espera que as agências continuem e aquelas que não têm este entendimento ofereçam este tipo de serviço aos seus clientes”, ressaltou o secretário.

 

 

MODELOS


Cada agência possui uma particularidade e por isso cada uma tem um modelo de guarda volume. Algumas possuem portas detectoras de metal na entrada da agência, outras no interior, por isso as unidades estão em locais e tamanhos diferenciados.


Os usuários que perceberem irregularidades podem reclamar junto à secretaria. De acordo com o parágrafo único da lei 7.150 “o guarda-volume deverá conter uma chave onde os pertences serão trancados pelo usuário, que ficará com a posse da chave até o término de sua estada no local, sem ônus para o usuário”.
 

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