quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012 10:14h

Câmara de Divinópolis promove a “Não-Violência” através do fortalecimento dos Direitos Humanos

No último dia 30 de janeiro foi proclamado pela ONU como o dia da não violência em
homenagem a Mohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em1948. Trata-se de uma iniciativa voltada à educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos. Gandhi, também chamado Mahatma (que significa "grande alma", "alma iluminada"), nasceu na Índia, em 1869. É considerado um dos principais expoentes do pacifismo e da luta pelo respeito e realização dos direitos humanos e da justiça.
A data procura chamar para a reflexão do que é a “Não-Violência”, expressão que se  refere  a uma série de conceitos sobre moralidade, poder e conflitos que rejeitam completamente o uso da violência nos esforços para a conquista de objetivos sociais e políticos. Geralmente usado como sinônimo para pacifismo, a partir do meio do século XX o termo não-violência passou a ser aplicado também para designar conflitos sociais
que não utilizavam o uso de violência, assim como movimentos políticos e filosóficos que também utilizam os mesmos conceitos.
Na Câmara de Divinópolis diversas ações já foram realizadas no sentido de contribuir para uma sociedade voltada para a “Não-Violência”. Além dos trabalhos desenvolvidos pela Comissão de Direitos Humanos que procura a Promoção Humana e Justiça Social, os parlamentares promovem regularmente Audiências Públicas sobre o tema e incentivam o acesso à informação e ao direito para fortalecimento do conceito de Segurança Pública.
Alguns vereadores também promovem ações individuais, participando dos fóruns que discutem violência e Segurança Pública como as reuniões da Aliança da Cidadania e Associação Comunitária para Assuntos de Segurança Pública (ACASP).
Os parlamentares também apoiam os diversos programas desenvolvidos pela Polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros.  A câmara disponibiliza ainda material educativo orientando sobre prevenção e combate à violência, inclusive com cartilhas em braile, informando sobre o funcionamento da Lei Maria da Penha e Violência contra as mulheres.

 

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