Chalita critica tucanos e petistas no rádio

A propaganda eleitoral no rádio do candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, veiculada nesta sexta-feira, entre 12h e 12h30, traçou críticas tanto ao PSDB quanto ao PT. Para ele, PSDB no poder da cidade se recusa a dialogar com o PT no plano federal e o PT na Prefeitura se recusa a dialogar com o PSDB no governo estadual. "Vou trabalhar com o governador Geraldo Alckmin e a presidenta Dilma", garantiu.

 

José Serra e Fernando Haddad repetiram os mesmos programas veiculados nesta manhã. Na propaganda tucana, o bilhete único mensal, proposta de Haddad para o transporte, foi chamado de "bilhete mensaleiro", em referência ao julgamento do caso de suposta compra de parlamentares durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os 38 réus, há diversos nomes do PT. No programa de Haddad, Lula assumiu os microfones e deixou os locutores em segundo plano, elencando realizações de seu candidato à frente do Ministério da Educação - o candidato manteve o posto entre 2005 e 2012.

 

 

O candidato do PRB, Celso Russomanno, manteve o tom emocional da campanha, agradecendo o "carinho" dos eleitores. Soninha Francine (PPS) criticou o corredor de ônibus do avenida M'Boi Mirim, construído na gestão de Marta Suplicy (2001-2004), do PT, enquanto narrava as dificuldades de uma moradora local.

 

Paulinho da Força (PDT) falou de duas propostas para a cidade: descentralização da administração e levar empregos para a periferia mediante incentivo fiscal. Eymael (PSDC) falou sobre as características necessárias ao prefeito, Levi Fidelix (PRTB) criticou adversários por terem copiado suas propostas; Carlos Giannazi (PSOL) pregou melhoras na educação; Ana Luiza (PSTU) criticou os transportes e Anaí Caproni (PCO) atacou os "capitalistas" que detêm o poder em São Paulo. 

 

 

 

 

 

 

 

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