sexta-feira, 2 de Maio de 2014 07:06h Atualizado em 2 de Maio de 2014 às 07:09h.

Dilma diz que denúncias serão apuradas com rigor e defende Petrobras

Durante pronunciamento pelo Dia do Trabalho, a presidenta Dilma Rousseff reconheceu hoje (30) que as últimas denúncias envolvendo a Petrobras causam indignação e revolta à sociedade e ao governo.

Durante pronunciamento pelo Dia do Trabalho, a presidenta Dilma Rousseff reconheceu hoje (30) que as últimas denúncias envolvendo a Petrobras causam indignação e revolta à sociedade e ao governo, mas que os brasileiros não podem permitir que esses problemas, ainda que graves, sejam usados para tentar destruir a imagem da “nossa maior e mais bem-sucedida empresa”. Segundo a presidenta, o que pode envergonhar um país é não combater a corrupção, reiterando que o que for necessário será “apurado com máximo rigor”.


"A Petrobras jamais vai se confundir com atos de corrupção ou ação indevida de qualquer pessoa. O que tiver de ser apurado deve e vai ser apurado com o máximo rigor, mas não podemos permitir, como brasileiros que amam e defendem seu país, que se utilize de problemas, mesmo que graves, para tentar destruir a imagem da nossa maior empresa", disse. “Não transigirei, de nenhuma maneira, em combater qualquer tipo de malfeito ou atos de corrupção, sejam eles cometidos por quem quer que seja. Mas igualmente não vou ouvir calada a campanha negativa dos que, para tirar proveito político, não hesitam em ferir a imagem dessa empresa que o trabalhador brasileiro construiu com tanta luta, suor e lágrimas”, disse no pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão.

Dilma também voltou a defender a reforma política, e pediu apoio da população. De acordo com ela, sem participação popular não haverá a reforma política “que o Brasil exige”, e que modifique as práticas políticas atuais.

“Por isso, além da ajuda do Congresso e do Judiciário, preciso do apoio de cada um de vocês, trabalhador e trabalhadora. Temos o principal: coragem e vontade política”, declarou Dilma, depois de fazer um balanço dos pactos lançados pelo governo em diversas áreas, após as manifestações de junho que levaram milhões de pessoas às ruas em diversas cidades brasileiras.

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