quarta-feira, 14 de Março de 2012 09:06h Atualizado em 14 de Março de 2012 às 10:39h. Carla Mariela

Francisco Martins ressalta relação entre Nascentes das Gerais e Divinópolis

Ontem, dia 07, o vice-prefeito Francisco Martins, em uma entrevista concedida para a Gazeta do Oeste, em seu gabinete às 11hs, esclareceu qual a relação que as Nascentes das Gerais têm com o Município de Divinópolis

Ontem, dia 07, o vice-prefeito Francisco Martins, em uma entrevista concedida para a Gazeta do Oeste, em seu gabinete às 11hs, esclareceu qual a relação que as Nascentes das Gerais têm com o Município de Divinópolis. Conforme Martins, as Nascentes das Gerais é uma empresa que ganhou a concessão pública do Governo do Estado relativa à MG 050 de fazer a conservação e obras de infraestrutura, mas para que o serviço fosse realizado é preciso que a empresa cobra o pedágio.
Mas, apesar da empresa Nascentes, ter recebido a concessão para a realização de obras, com o recebimento do pedágio, o vice-prefeito não concorda com essa cobrança. “Na minha opinião, o conceito de pedágio está equivocado, pois o pedágio deveria servir para a manutenção do sistema viário e não para investimento e manutenção, esse investimento quem deveria pagar era o Governo do Estado até porque o cidadão já paga muitos impostos, então existe um equívoco e acho que a sociedade divinopolitana tem que se posicionar contra esse contrato entre as Nascentes das Gerais e Governo do Estado”, declara.
Para Francisco Martins, o projeto da duplicação da MG 050 apresentado pelo gestor da empresa Nascentes das Gerais, foi vantajoso, porém, também foram prejudiciais para a cidade. “A parceria das Nascentes das Gerais com Divinópolis foi um avanço, mas, algumas obras realizadas pela empresa prejudicaram a nossa cidade. Eu compreendo que essa parceria, especificamente, o projeto da MG 050, prejudicou não só o nosso Município, mas, todas as cidades que estão à margem da MG 050. Eu entendo que Divinópolis é a cidade mais prejudicada de todas”, relata.
As Nascentes das Gerais ganhou uma concorrência onde existe um contrato entre a empresa e Governo do Estado e nesse contrato especificava o início de várias obras. “Todas as obras que teriam início a partir de 2010 não foram iniciadas, ou seja, a cidade leva o ônus do pedágio da sua principal rodovia de acesso e não tem o bônus das obras de infraestrutura”, relata Martins.
Contudo, é preciso conforme o vice-prefeito, que haja a manutenção do sistema viário e não investimento mass a manutenção. Desse modo, Divinópolis não ficaria tão prejudicada.

 

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