sexta-feira, 13 de Julho de 2012 15:45h Carla Mariela

Jaime Martins solicita fim da greve das federais

De acordo com a assessoria do Deputado Federal, após o encontro que Jaime teve com os professores do Cefet, ele tentou marcar outros encontros com o Ministério da Educação, na tentativa de melhorias para essa área.

A greve está atingindo diversas universidades federais por todas as partes do país e o Município de Divinópolis não está de fora. O Deputado Jaime Martins, recentemente, reuniu com os professores do Cefet Campus V, na cidade, para escutar por meio deles, quais seriam as suas reivindicações em relação à greve; para que ele juntamente com os docentes tentasse solucionar esse problema, o qual está atingindo todo Brasil. Na última quarta-feira, à noite, Jaime Martins decidiu fazer um pronunciamento em relação à greve na Câmara dos Deputados.

 


De acordo com a assessoria do Deputado Federal, após o encontro que Jaime teve com os professores do Cefet, ele tentou marcar outros encontros com o Ministério da Educação, na tentativa de melhorias para essa área. A partir daí, Jaime Martins, decidiu se pronunciar no plenário da Câmara dos Deputados, para reivindicar soluções para as condições de trabalho nas instituições federais.
Durante o seu pronunciamento no plenário da Câmara, ele relembrou o dia que a greve teve início. “Desde o dia 17 de maio, os professores das universidades federais de ensino superior estão em greve. Em processo nacional, que paralisou 55 universidades em todo o Brasil, os professores estão mobilizados em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade, que necessariamente envolve, entre tantos quesitos, plano de carreira digno e compatível com a importância do professor universitário em qualquer país, especialmente, no Brasil”, disse.

 

O principal objetivo do pronunciamento do Deputado Federal, Jaime Martins, foi o de colocar em pauta, esse assunto e, consequentemente, mostrar o seu apoio aos professores federais envolvidos na greve e para o Cefet de Minas Gerais, isso, porque, quando teve a paralisação de quase todas as instituições de Minas Gerais, o CEFET/MG também aderiu, entrando de greve suas dez unidades, entre elas, a de Divinópolis.

 

Jaime Martins, no seu pronunciamento, relatou sobre os prejuízos que uma greve pode causar. “Hoje passados mais de cinquenta dias de greve, a batalha parece estar longe de ter um fim, pois o Governo Federal adia o encaminhamento efetivo das negociações. Os prejuízos causados por uma greve universitária, mesmo desse porte, não significam nada se comparados aos prejuízos causados em longo prazo pelo descaso com a educação superior no Brasil, que se agrava ano após ano”, declarou.

 

Ainda conforme Jaime Martins, os trabalhos dos professores estão paralisados pelo fato do Governo Federal, não apresentar alguma proposta concreta de reorganização da carreira docente. Segundo Jaime, é preciso melhorias no salário dos docentes, é necessário aulas com mais equipamentos, com mais laboratórios, com bibliotecas, restaurantes, com todo o suporte para um bom rendimento, tanto dos professores, quanto dos alunos. “Para dar início às renegociações é preciso da efetiva priorização da educação superior, como, imperativo do desenvolvimento e do protagonismo pretendido pelo Brasil no cenário internacional”, destacou.

 

Ao finalizar a sua solicitação de mais atenção para o trabalho desenvolvido pelos docentes nas universidades, Jaime Martins, encerrou dizendo que por todas as suas colocações feitas no plenário, ele ressaltaria mais uma vez que estava ali, para externar o seu apoio aos professores brasileiros, em especial, aos professores do CEFET/MG. “Os professores do CEFET, nada mais buscam do que a justa valorização de seu trabalho. Os professores são indispensáveis para o país. Era o que eu tinha para dizer Sr. Presidente”, finalizou.

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