Kaboja apresenta projeto ecológico para Divinópolis e pede identificação de terrenos baldios.

Presidente da Câmara cobra maior agilidade nas fiscalizações da Prefeitura da cidade.

27 AGO 2019

ILÍDIO LUCIANO

O Presidente da Câmara Municipal de Divinópolis, Rodrigo Kaboja (PSD), apresentou na reunião ordinária desta terça-feira (27/08) dois projetos para serem apreciados e votados em primeiro turno no plenário; o primeiro diz respeito à implantação de bocas de lobo inteligentes, nas principais ruas e avenidas da cidade, o segundo é sobre placas de identificação de terrenos baldios. O presidente explicou os projetos.

“Foi realizado estudo juntamente com a Secretaria de meio ambiente, foi feito análise com técnicos, engenheiros, então nós vimos a viabilidade desse projeto, e esperamos colocá-lo em prática o mais breve possível, trata-se de bueiros do tipo boca de lobo mais largas, o que permitirá o escoamento maior de águas, bem como evitará o acúmulo de sujeira, para que não haja entupimento dos bueiros.”

Kaboja cobrou maior agilidade do poder executivo, pois garantiu que, um projeto aprovado na Câmara Municipal, com relação a substituição de canudinhos feitos de material plástico, sejam substituídos por outros de material totalmente biodegradável ou de alumínio, ele diz que a prefeitura não iniciou a fiscalização para a substituição do mateirial.

“Nós esperamos que aprovado, o projeto seja implantado imediatamente pelo executivo, falo isso porque, aprovamos a lei do canudinho, para que todo esse material de plástico, seja substituído pelo canudinho de material biodegradável ou de alumínio; esse projeto já passou por aprovação na Câmara Municipal, mas a prefeitura até agora não tomou nenhuma providência para exigir essa substituição”, cobra.

Com relação ao outro projeto apresentado, Rodrigo Kaboja, cobra a identificação dos terrenos baldios e lotes, que segundo ele, servem para os proprietários valorizem o imóvel, para vendê-los mais caro, pede ainda que haja uma diminuição no valor do IPTU desses lotes, para que as pessoas possam ter mais condições de compra, para construção de suas residências.

 “Hoje a maioria dos lotes de Divinópolis está nas mãos de 20 pessoas. São mais de 28 mil lotes vagos na cidade, a pessoa fica deixando o lote, não o vende, tentando valorizar o lote, para vendê-lo mais caro no futuro; por isso é que pedimos para que o valor do IPTU desses lotes caia, para que mais pessoas possam adquirir seus lotes, para construir suas casas”, finaliza.

© 2009-2021. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.