MP realiza reunião sobre validade do TAC

Dr. Sérgio Gildin ainda acrescentou que o que gerou essa discussão foi o feito judicial que teve origem por uma denúncia anônima na internet contra o candidato a vereador Rodrigo Kaboja sobre a prática de propaganda irregular

O Ministério Público convocou uma reunião, na sexta feira à tarde, com os representantes dos partidos políticos, candidatos e imprensa para esclarecer sobre a decisão do Juiz Eleitoral, Dr. Mauro Riuji Yamane, referente ao Termo de Ajustamento de Condutas (TAC).

 


Para o Dr. Mauro, o TAC não deixa com que a população conheça o candidato por meio da propaganda eleitoral. Conforme Riuji, o termo não tem validade.

 


De acordo com o Promotor Sérgio Gildin, embora haja essa decisão do Juiz Eleitoral, os candidatos, coligações e representantes dos partidos, assinaram novamente o TAC, reafirmando o acordo e ressaltando a importância que é para eles de realizar a campanha eleitoral deixando a cidade limpa e preservando o meio ambiente.

 


“Essa reunião foi marcada por solicitação de todos os partidos políticos por meio das suas representações que concorrem ao pleito desse ano, porque tivemos uma reunião anterior a essa, a respeito de uma decisão  judicial que se refere ao termo de ajustamento firmado entre os mesmos e o Ministério Público que acabou sendo objeto de uma decisão judicial que foi divulgada de uma forma equivocada a respeito dos efeitos dessa decisão. Nessa reunião com os partidos políticos, eles reafirmaram o compromisso com o termo e entendem que a decisão judicial é uma decisão que deve ser respeitada”, ressaltou.

 


Dr. Sérgio Gildin ainda acrescentou que o que gerou essa discussão foi o feito judicial que teve origem por uma denúncia anônima na internet contra o candidato a vereador Rodrigo Kaboja sobre a prática de propaganda irregular, mas que tudo já foi esclarecido e os candidatos querem seguir o TAC.

 


Dr. Sérgio destacou que são os candidatos que querem seguir o termo assim como foi assinado no dia 10 de julho, desde o primeiro momento. Ele relatou que não é o Ministério Público Eleitoral que os estão obrigando, pelo contrário a vontade de fazer uma campanha política limpa é dos próprios candidatos.

 


O promotor Dr. Gilberto Osório que também estava no encontro, afirmou que a reunião para reafirmar o TAC foi provocada pelos próprios partidos, porque eles não se conformaram, uma vez que para os representantes dos partidos políticos a decisão do Juiz Eleitoral não poderia sobrepor a vontade deles.

 


Por fim na reunião de ontem foi esclarecido o que de fato aconteceu em relação ao candidato Rodrigo Kaboja e sobre a decisão do Dr. Mauro. Além disso, mostrar para a imprensa que os candidatos decidiram manter as assinaturas e reafirmar o Termo de Ajustamento de Conduta, respeitando a decisão do Juiz Eleitoral de Divinópolis.

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