quarta-feira, 22 de Outubro de 2014 05:53h Atualizado em 22 de Outubro de 2014 às 06:00h. Lorena Silva

“Não me posiciono de acordo com a conveniência do momento, me posiciono de acordo com princípios”

Líder da Minoria na Câmara dos Deputados, Domingos Sávio caminha agora para o seu segundo mandato como deputado federal

Nessa eleição, ele recebeu 17.670 de votos válidos em Divinópolis, quase 12 mil a menos do que nas eleições de 2010. Mesmo com a sua agenda de compromissos e tendo passado por uma cirurgia recentemente, o deputado nos concedeu uma entrevista para avaliar a perda de votos, discutir projetos para o seu próximo mandato e nos dar sua opinião sobre os assuntos do município.

 

 

 

Nessa eleição o senhor teve uma perda de votos em Divinópolis, com relação a 2010. Qual a avaliação que o senhor faz dessa perda de votos?
[A perda] aqui em Divinópolis já era previsível, por várias razões. Uma delas é que eu sou um deputado que tem por princípio de vida posicionamentos baseados em valores éticos. Não me posiciono de acordo com a conveniência do momento, me posiciono de acordo com princípios. E um princípio para mim essencial – e na política eu diria que é mais ainda, porque na política você representa um conjunto de pessoas – é a lealdade. Se você um dia amanhece com uma posição, no outro dia, de acordo com a conveniência, você muda de posição, como é que as pessoas poderão confiar em você?
Você pode às vezes até passar uma ideia de ser um sujeito muito simpático, que agrada todo mundo. Aquele sujeito que apoia o PSDB e apoia o PT. Existem políticos assim. E eu não sou um deles. Sou um político que tem uma posição. Eu acho que o eleitor cada dia mais está ficando atento para procurar esse político que seja confiável. Estou dizendo isso porque quando eu comecei a minha campanha para reeleição observei que havia um desgaste muito grande da administração municipal, que eu ajudei a eleger. Mas que outros deputados também ajudaram. Só que eu não me afastei, não me tornei desleal a essa administração.
Até porque eu entendo que se eu ajudei a eleger uma administração, eu tenho responsabilidade com ela nos acertos e nos erros. E eu me mantive leal, ao contrário de outros candidatos que chegaram a espalhar pela cidade que não a apoiavam mais ou que não eram da base, embora tenham membros da sua equipe dentro da administração. Me mantive leal, sabendo que pagaria um preço por isso.
Um outro aspecto está ligado também à chapa majoritária. Desde o primeiro momento declarei o meu apoio a Pimenta da Veiga. Outros também fizeram isso. Acreditavam que Pimenta da Veiga, a exemplo de Anastasia – como teria o apoio de Aécio e o apoio da máquina – ia crescer rapidamente. Não cresceu. Eu mantive o meu apoio a Pimenta da Veiga por lealdade. E outros, só por conveniência, mudaram o seu apoio na reta final. Tudo isso para buscar votos, tanto de simpáticos ao Aécio e ao PSDB, mas também com aqueles que são simpáticos ao PT.
Uma terceira razão para que a minha votação caísse em Divinópolis foi o fato de que Divinópolis precisa ter deputados federais e estaduais. Eu tenho consciência disso e tenho responsabilidade com a cidade. Quando se iniciou a campanha, todos alertaram de que nós já tínhamos um número grande de candidatos a deputado estadual. O meu partido, PSDB, chegou a me pedir que nós lançássemos candidatos, tanto estadual quanto federal.
Mesmo que esse alguém não tivesse muita chance de eleger, poderia lançá-lo como uma espécie de cabo eleitoral. Eu não adotei essa prática. Se eu adotasse, e lançasse mais um, talvez esse ‘mais um’ tivesse mais cinco mil votos e quem sabe tirasse esses votos justamente do Fabiano Tolentino. E talvez nessa hora Divinópolis não tivesse nenhum deputado estadual eleito.
Essa prática que eu adotei acabou me custando um pouco de votos também. Porque eu não fiz como outros que saíram estimulando candidaturas a deputado estadual, muito mais para ter essas candidaturas funcionando como o seu cabo eleitoral do que na expectativa de que elas pudessem de fato se viabilizar.
E eu diria mais um quarto fator. O jogo pesado do dinheiro, não só para promover determinada candidatura, mas também para dificultar a minha, destruindo placas, comprando, literalmente, cabos eleitorais espontâneos que eu tinha. Então, esse tipo de coisa foi usada de forma muito dura nessa campanha.
Mas esses comentários não faço com nenhum sentimento negativo. Pelo contrário, é uma avaliação fria, serena, de coisas que precisam ser mudadas. Acho que precisamos ter uma reforma política mais profunda no Brasil. Precisamos ter regras mais duras com relação a financiamento de campanha e cada dia mais o eleitor se torna mais consciente para avaliar quem de fato está trabalhando para a cidade.

 

 

 

 

O senhor destacou a segurança pública, a educação e a saúde como sendo prioridades da região. Nesses próximos quatro anos, como o senhor acha que pode trabalhar com relação a esses pontos?
Nós temos um grande desafio que ocorre dentro de alguns dias. Nesse próximo domingo, dia 26, a gente tem uma definição importante para o Brasil. Em todos os dois cenários eu estou preparado e muito motivado para exercer o meu papel. O cenário dos meus sonhos, pelo qual estou lutando, é ver o Aécio eleito presidente. Se isso ocorrer, facilita em muito o meu trabalho para trazer recursos, para melhorar a educação, a saúde, a segurança pública. Porque boa parte dos recursos estão, de fato, em Brasília. Se, por outro lado, isso não ocorrer, ainda assim eu estarei lá lutando para trazer esses recursos.
É o meu primeiro mandato, eu fui oposição e trouxe mais recursos do que quem era situação. Então, em qualquer dos cenários eu tenho certeza de que eu vou contribuir para concluir a obra do nosso Hospital Público, ajudar a recuperar o nosso Hospital São João de Deus (HSJD), a concluir as obras dos postos de saúde e também tenho certeza que vou ajudar a estruturar a nossa Universidade do Estado, a Uemg, trazendo recursos para a sua ampliação, trazendo recursos para a Universidade Federal, recursos para ampliar as ofertas de ensino básico e de creches. E, além disso, na segurança pública, nós temos um desafio enorme, que precisa ser enfrentado com a ajuda de todos, tanto governo federal como do estadual.
Outras coisas estão em andamento, agora é só questão de cobrar. Houve também um desgaste de todos os políticos de Divinópolis em cima do Rio Itapecerica. E eu disse que nós já havíamos feito o principal, que era conseguir todos os projetos para o tratamento do esgoto e tínhamos conseguido que o governador, Alberto Pinto, viesse aqui em Divinópolis e autorizasse a publicação do edital de licitação para contratar as obras que vão recuperar o Rio.
Esse edital está em andamento e vai ser aberto agora na primeira semana de novembro. Nós estamos na torcida para que não haja nenhum outro entrave burocrático e estamos também fiscalizando e cobrando. O edital já está publicado, já há recursos previstos e nós teremos o tratamento do esgoto do Rio Itapecerica, a exemplo do que já ocorreu com o Rio Pará. Caberá a nós cobrar o cumprimento dessas metas.

 

 

 

 

 

Qual o posicionamento do senhor, enquanto pessoa pública, sobre a concessão do tratamento de esgoto ter sido entregue para a Copasa?
Eu não tenho dúvida de que foi a decisão correta. É muito simples, não existe neste momento nenhuma cidade no Brasil, do porte de Divinópolis, em que o município faça o tratamento de todo o seu esgoto com recurso próprio, sem fazer a concessão a uma empresa especializada nisso.
Ora, se o serviço de água já era da Copasa, como que o município vai assumir apenas o serviço de tratamento do esgoto? Ele nem teria como cobrar do cidadão o esgoto separado da água. Porque se alguém não pagasse o esgoto, como você iria fazer? Cortar a água? Não teria como, já que não é a Prefeitura que cuida do fornecimento de água.
É claro que é preciso cobrar com firmeza para que a Copasa não fique apenas cobrando do cidadão a taxa de esgoto e não cumpra a sua obrigação, que não é apenas fazer a coleta do esgoto com as redes que já estão na sua maior parte construídas. Ela precisa agora executar os projetos de construir interceptores em todos os córregos, depois interceptores nas margens do Rio Itapecerica e aí a construção da grande estação de tratamento.
Todo esse projeto já está pronto. Nós vamos cobrar da Copasa, não aderir a uma outra alternativa. A única alternativa é essa. Não há essa hipótese de você ter o tratamento do esgoto em uma cidade gratuitamente, porque além da obra, você tem a manutenção dela. É óbvio que é mais difícil você pegar uma água que chega em um cano de esgoto e fazer ela voltar a ser uma água pelo menos em condições de voltar para o rio. É muito mais caro do que tratar a água do rio para a gente beber. Tratar o esgoto é uma operação cara, que terá um custo diário. E nós não podemos mais ficar fazendo essa discussão com um viés maldoso de quem quer condenar a decisão, mas não tem uma outra proposta, porque não existe outra proposta.
Para que o Rio Itapecerica seja recuperado não é simplesmente [executar] uma operação de retirar aguapé do rio. Para o Rio Itapecerica ser recuperado, é [necessário] fazer todo o tratamento de esgoto, coisa pela qual eu venho lutando há muito tempo e o processo está em curso. São mais de R$ 3 milhões já investidos e já pagos para que a cidade disponha agora de todos os projetos, alcançando toda a área urbana de Divinópolis, todos os córregos, todas as nascentes e obviamente toda a margem do Rio Itapecerica até o local em que vai ser a estação de tratamento.
Diante dessa opinião relativa à concessão, qual o posicionamento do senhor sobre à cobrança da taxa de esgoto que tem sido feita atualmente, equivalente a 50% do valor da conta de água, sendo que a Copasa trata somente 10% do esgoto da cidade?
Nós temos que exigir da Copasa agora que ela [faça toda a obra] e que ela só cobre qualquer coisa depois do tratamento 100% feito. Nós temos informações de que a Copasa pretende cobrar mais, chegar a 70% do valor da água a partir de janeiro e eu sou radicalmente contra essa decisão. Entendo que a Copasa não tem o direito de fazer isso antes que tenha 100% do esgoto sendo tratado.
Todos os cidadãos, sem exceção, pobre ou rico, lançam esgoto diariamente. Portanto, não há como você imaginar que isso não tenha custo. Agora, permitir que a Copasa aumente esse valor antes de entregar as obras eu entendo que o município não deve. O Ministério Público e a própria administração municipal têm que agir de maneira firme contra qualquer tentativa da Copasa de aumentar um centavo que seja nas contas de água e esgoto, pelo menos até o momento em que ela entregue 100% da obra pronta.

 

 

 

 

 

Qual a avaliação que o senhor faz da atual administração de Divinópolis?
Eu acredito que a atual administração cometeu alguns erros, especialmente por ter sido lenta na tomada de decisão com relação a algumas matérias. Essa do rio é um exemplo claro, mesmo para tomar iniciativa de iniciar a retirada dos aguapés. Eu fico à vontade para fazer essa crítica respeitosa porque eu fiz esse alerta. Alertei que uma operação simples, mas feita com recursos da própria Prefeitura, poderia combater. E isso foi retardado de uma forma equivocada, por muito tempo.
E pior, não tomou iniciativa de estar divulgando para a população, por exemplo, isso que estou informando sobre a licitação feita pela Copasa, que já está em andamento. Então a maioria da população, a não ser quem ler a Gazeta essa semana e ler essa entrevista, a grande maioria que está na periferia mais distante da cidade ou que não se dispõe a ter paciência para ler um jornal completo, não vai estar informada, porque a Prefeitura não se deu ao trabalho sequer de fazer uma campanha informativa dizendo “estou fazendo a minha parte, cobrando da Copasa, os projetos estão prontos e a licitação está em andamento”. Falhas simples, mas que acabam fazendo com que a imagem da administração fique muito ruim.
Por outro lado, é uma administração que está no meio do mandato e no momento em que praticamente todas as prefeituras vivem momentos muito difíceis. E essa administração terá sim condições de recuperar a sua imagem, de entregar o Hospital Público que está sendo construído, de concluir, cobrando da Copasa, o tratamento do Rio Itapecerica, de entregar a sede administrativa do município, de dar sequência no programa de pavimentação das vias urbanas nos bairros da cidade. E, com isso, melhorar a sua imagem. Porque eu não tenho dúvida de que o prefeito, Vladimir, é um cidadão valoroso, uma pessoa de bom caráter, de bons princípios. Não tenho dúvida de que ele tem se dedicado e que, portanto, na minha expectativa e no que depender de mim, ele deverá melhorar a sua imagem e a imagem da administração nesses dois anos que ele ainda tem para concluir o seu trabalho.
Não se pode avaliar um trabalho antes que ele esteja concluso, não é justo. Eu acredito que este ano, como foi um ano eleitoral, e obviamente havia vários candidatos, especialmente candidatos a deputado estadual e mesmo alguns no campo federal de oposição, obviamente houve muito trabalho no sentido de atacar a administração municipal com propósito eleitoral. Esse ano de 2015, como não haverá eleições, o prefeito não será candidato a reeleição, até porque não pode, acho que será um ano em que poderemos todos nós nos dedicarmos muito a trabalhar pela cidade.
Hoje, a sensação é de que não há o que comemorar na administração municipal, porque não tem obras importantes concluídas, embora o município esteja entregando diariamente obras de pavimentação na periferia. Outra coisa que a administração faz mal é isso, entrega obras importantes, como entregou lá no bairro Candelária, Oliveiras, na região do Santa Lúcia e não torna público isso. Não capitaliza aquilo que está sendo feito com muito esforço em benefício da população.
Então é claro que os adversários ficam quase que o tempo todo para falar do que não foi feito. Se a própria administração não se esforçar para mostrar o que está sendo feito, ela não terá uma boa imagem. Muita coisa precisa ser corrigida.

 

 

 

 

 

 

Com relação ao governo de Minas, na sua campanha, o senhor apoiava o candidato, Pimenta da Veiga. Qual a posição do senhor com relação à vitória de Fernando Pimentel e, consequentemente, sobre o governo dele à frente do Estado?
O Pimentel esteve aqui em Divinópolis recentemente, mas ele esqueceu de descer do palanque eleitoral. E do palanque bem no estilo PT. Ele vai precisar de tomar esse cuidado muito rápido. Porque ele foi indelicado e, pior, faltou com a verdade. Porque ele disse que o Hospital São João de Deus está em crise porque o governo do Estado não ajudou e que o governo federal tinha ajudado. É uma mentira deslavada dita por um governador eleito. O governo federal não ajudou em nada. Pelo contrário, o governo federal está devendo o HSJD. O Hospital ampliou leitos de UTI e pediu o credenciamento no governo federal, o governo federal não credenciou até hoje e não repassou o dinheiro.
Quem tem repassado e ajudado é o governo do Estado. O governo do Estado vem fazendo a sua parte e a parte que o governo federal deveria fazer. Uma das principais razões da crise do HSJD – existem também razões de má gestão – é a tabela defasada do SUS, responsabilidade direta do Ministério da Saúde. E o Ministério há praticamente dez anos, no governo todo do PT, não corrige a tabela, porque se ele corrigir ele tem que aumentar o repasse para os estados e municípios. E ele não aumenta o repasse e não corrige a tabela do SUS, levando hospitais como o São João de Deus à beira da falência. A exemplo da Clínica Bento Menni, que está se descredenciando do SUS por causa da tabela e não por causa do governo do Estado.
O governador, Pimentel, precisa descer do palanque, botar o pé no chão, trabalhar com a realidade e a verdade. Porque ele ficou lá no governo federal praticamente os doze anos, agora os últimos quatro como Ministro, poderia ter ajudado a vir algum recurso para cá. Mas não veio nem um centavo. E ele vem aqui eleito e fala que a crise é porque o governo federal ajudou e o estadual não ajudou, o que é mentira.
Agora, nós queremos que o governo estadual ajude mais. Pimentel chegou a dizer em assumir pelo Estado o HSJD. Ele será governador a partir de 1º de janeiro. Que ótimo que ele assuma pelo Estado. Ele não pode se esquecer que ele assumiu o compromisso também de que nós vamos colocar em funcionamento o Hospital Público Regional. Será que o Estado terá condição de assumir dois grandes hospitais e tornar os dois públicos aqui em Divinópolis? Se ele achar que dá conta, que ótimo. Eu acho que a cidade merece e precisa. Nós vamos cobrar que se faça isso. Agora, o HSJD tem um complicador para ele ser assumido pelo Estado. Senão, nós teríamos assumido pelo Estado.
Eu acho que o mais apropriado era o governo federal já ter ajudado o São João de Deus, por exemplo, renegociando a dívida de mais de R$ 40 milhões com a Caixa que hoje sangra o HSJD, cobrando juros que passam de 20% ao ano. A partir do dia 1º eu quero que o Pimentel volte a Divinópolis, mas não para fazer discurso de campanha, para tomar atitudes. E nós estaremos numa posição adequada, de cobrar atitudes.

 

 

 

 

 

 

Com relação ao segundo turno, o senhor já tem um posicionamento declarado ao candidato Aécio. Qual a justificativa para esse apoio?
Primeiro, por coerência, por lealdade e por ética, ainda que o Aécio estivesse com 10% das intenções de votos. Para a nossa alegria, há uma consciência do povo brasileiro de que chegou a hora de fazer mudança e não dá para acreditar nesse discurso da Dilma de governo novo, ideias novas, de que ela é que representa a mudança. Doze anos no poder, quatro anos como presidenta, piorando a saúde, piorando a segurança pública, voltando a inflação, crescimento próximo de zero, corrupção nos níveis que chegou no Brasil e dizer que é nela que nós devemos acreditar para ter as mudanças?
É brincar com a inteligência do brasileiro. Mas o jogo da mentira que eles estão fazendo é um jogo muito duro, que chega a enganar pessoas de bem, passando a ideia de que o Aécio foi um péssimo governador, coisas que não guardam nenhuma relação com a realidade dos fatos.
Nós conhecemos o Aécio, sabemos que ele fez um belo governo, que ele está preparado, que ele representa a possibilidade das mudanças que o Brasil precisa e tenho muita fé de que ele vá ser eleito presidente da República. Sendo eleito, eu tenho consciência de que me será reservado um papel de trabalhar muito pelo Brasil. Não tenho nenhuma pretensão e nenhuma vaidade de cargos neste cenário, tenho a convicção que eu terei que trabalhar muito para ajudar a fazer um grande governo.
E é isso que eu farei, sendo governo. Se eu for oposição, continuarei agindo com a coerência que eu tenho agido hoje, que é cobrar do governo que ele mude essas práticas equivocadas, sendo um deputado combativo, presente com coragem o suficiente para denunciar os erros do governo e também, ao mesmo tempo, sendo habilidoso para negociar e trazer os benefícios que a nossa cidade precisa.

 

 

“Se a própria administração não se esforçar para mostrar o que está sendo feito, ela não terá uma boa imagem. Muita coisa precisa ser corrigida”, Domingos Sávio, sobre a Prefeitura de Divinópolis

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