Presidente da Câmara explica como usará R$ 1 milhão a mais repassado do FPM

Complexo no Costa Rangel será estudado para atender novos vereadores da próxima Legislatura

Um acréscimo equivalente a R$ 1 milhão, esse é o valor correspondente ao FPM, Fundo de Participação dos Municípios que a Câmara Municipal de Divinópolis irá receber à partir deste ano. Esse aumento se deu devido às mudanças nas regras do cálculo do repasse às Câmaras Municipais. Antes do total recebido pelo município, eram descontados 20% à título do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e sobre os 80% restantes calculava-se o repasse de 6% para o Legislativo Municipal. À partir deste ano, essa dedução não é mais necessária.
Na última sessão ordinária da Câmara em Divinópolis, o presidente do Legislativo, Anderson Saleme (PR), foi questionado sobre qual seria a maneira utilizada por ele para investir a verba da Casa para esse ano de 2012.
Segundo Saleme, o planejamento para o ano de 2012 inclui muitas ações e ajustes finais para saber quanto gastarão para fazer as melhorias. “Se esse recurso for legítimo e for do poder Legislativo, nós vamos aproveitar nas melhorias que teremos para a nova legislatura. Nós vamos aumentar o número de vereadores e também assessores, e tantos gastos que são direitos de todos. Ainda não temos uma decisão, mas já adianto que estamos arrematando esse planejamento”, afirma.
Ainda de acordo com Anderson Saleme, o dinheiro repassado pela Prefeitura para a Câmara é somado e distribuído ao valor que já estava previsto. “Dividido em doze parcelas chamadas duodécimos. De mês a mês até o dia 20 a prefeitura envia o duodécimo que é condicionalmente garantido para o poder Legislativo”, aborda.
Ao perguntar sobre a possibilidade de novos gabinetes na Câmara, uma vez que aumentará o número de cadeiras passando de 13 para 17 parlamentares, Anderson Saleme, disse que ele está estudando o prédio, porque a Câmara ficou pequena para atual estrutura. “Temos inclusive um anexo no edifício Costa Rangel. Mas, vamos ver se é possível aproveitar os vereadores no prédio central. E se algum setor, órgão que puder ser transferido havendo anuência dos servidores e de todos, nós vamos fazer essas mudanças”, finaliza Saleme.
O Secretário da Fazenda, Antônio Castelo, conclui que os vereadores terão que saber administrar a verba enviada pela prefeitura. “Com a distribuição do valor enviado para a Câmara, os vereadores terão que saber aplicar esse dinheiro”, encerrou o Secretário.

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