sexta-feira, 18 de Julho de 2014 06:58h Atualizado em 18 de Julho de 2014 às 07:03h.

Presidentes de entidades de classe se reúnem para discutir estratégia de apoio político para as eleições 2014

Foi realizada nesta quarta-feira (16), na sede da FIEMG Regional Centro-Oeste, a primeira reunião entre os Presidentes das entidades de classe de Divinópolis, cuja pauta foi as Eleições de 2014.

Estavam presentes, o Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) Regional Centro-Oeste, Afonso Gonzaga; da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Serviços de Divinópolis (ACID), Carlos Moacir Meira de Aguiar; da Câmara de Dirigentes Lojistas de Divinópolis (CDL), Rogério Aquino e do Sindicato da Indústria de Confecção de Divinópolis (SINVESD), Antônio Rodrigues de Araujo Filho, com o objetivo de elaborar estratégias de apoio político para o pleito de outubro deste ano. A intenção é que, com as reuniões, possa ser desenvolvido um projeto que contemple, principalmente, o desenvolvimento econômico, através do fortalecimento dos setores que movimentam a economia, como a indústria, o comércio, o agronegócio e serviços.

O grupo defende que o número excessivo de candidatos a vagas no Legislativo pode prejudicar a representatividade política da região. Divinópolis, por exemplo, conta com uma população aproximada de 230 mil habitantes e um eleitorado de 154.376, com comparecimento de 87,16% que, no último pleito elegeu apenas um candidato para a Assembleia Legislativa. Para o Presidente da FIEMG Regional Centro-Oeste, Afonso Gonzaga, a pulverização dos votos pode impossibilitar a eleição de mais representantes da Região. “Não podemos nos dar ao luxo, por interesses partidários e pessoais, de desperdiçar a oportunidade de construir uma bancada expressiva no Legislativo. Nossa intenção é tentar buscar mecanismos suficientes para sejamos bem representados”, afirma.
Ainda de acordo com as entidades, o objetivo é apoiar candidatos que apresentem novos projetos, que vão além de questões como saúde, educação e segurança pública. Estas são consequências do processo de desenvolvimento econômico, tendo em vista que são as empresas que geram as riquezas para que o Governo possa investir. “Para que a população tenha acesso à saúde e educação de qualidade e para alcançarmos um cotidiano com segurança, devem ser implementadas ações que fortaleçam o setor empresarial e industrial, nosso comércio, a prestação de serviço e a agroindústria da nossa região”, defendem os representantes das entidades.
Já está programada uma nova reunião, quando os representantes das entidades pretendem ampliar a discussão e criar uma agenda para participação da sociedade e dos candidatos. A intenção é trabalhar estas questões com os Sindicatos Patronais e Laborais, Associações Comerciais e Industriais e CDLs de toda a região Centro-Oeste, abrangendo um público eleitoral em torno de 900 mil eleitores.

 

 

 

Crédito: Divulgação Fiemg

© 2009-2017. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.