Relator do processo de Impeachment Renato Ferreira diz que vitória foi da verdade e justiça.

Vereador fez questão de afirmar que usou somente da técnica para elaborar documento final.

ILÍDIO LUCIANO

Responsável pela elaboração e apresentação do relatório que investigou possíveis irregularidades administrativas, cometidas pelo prefeito de Divinópolis Galileu Machado, o vereador Renato Ferreira diz que a vitória foi da verdade dos fatos apresentados com os ouvidos.

“Foi uma questão de justiça, a justiça deve sempre prevalecer em todos os seguimentos, a gente precisa ser justos naquilo que fazemos, temos que fazer o que é certo. Nós buscamos apoio técnico em algumas entidades, pra gente falar e fazer a coisa certa, sobre as denúncias que foram apresentadas nesta casa; uma é a questão do estacionamento rotativo, inclusive eu vou apresentar um anti-projeto para voltar a advertência, para que de forma educativa, pedagógica estarmos auxiliando os motoristas da cidade; no caso do Procurador, existe uma Lei 8.480, que auxilia os Procuradores nesta causa e a última é a questão da gravação de áudio que vazou e que desde o governo do Demétrius que esse Sr. Marcelo vem fazendo denúncia. Precisa ser muito responsável, para não fazer a coisa errada, por isso fizemos a coisa certa de forma técnica”, explica.

Renato não traz para si o sentimento de “missão cumprida”, mas parabeniza os membros da Comissão, pelo belo trabalho apresentado e o resultado obtido pelo plenário.

“Missão dada é missão cumprida, aproveito para parabenizar os membros da Comissão Processante, o Roger Viegas, o Eduardo Print Júnior, trabalho transparente de todos os vereadores, fizeram o que é certo para a cidade pensando no futuro da cidade”, parabeniza.

Renato voltou a frisar que sempre usou da técnica para elaboração e apresentação do relatório conclusivo das investigações a que o prefeito foi submetido.

“Eu sempre procurei fazer o relatório de forma técnica, sem interferências, pressão nós estamos acostumados, mas quando se faz a coisa certa, é muito fácil fazer a conclusão com responsabilidade”, garante.

O vereador cita que deixou de frequentar alguns lugares, por ser o relator do processo de Impeachment do prefeito.

“Temos que tomar essa atitude de responsabilidade, eu falei que até que o prefeito fosse ouvido, eu não iria ao Centro Administrativo, justamente para não ter relação de contato, mas os interesses da cidade estão acima de tudo”, finaliza.

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