quinta-feira, 11 de Agosto de 2016 15:09h Pedro Gianelli

Rodrigo Resende afirma que saída da disputa ao Executivo foi decisão pessoal e familiar

Em entrevista distribuída ontem por sua assessoria de imprensa, o vice-prefeito Rodrigo Resende (PSD) falou sobre sua saída da disputa da sucessão do prefeito Vladimir Azevedo (PSDB).

Ele garantiu que a decisão foi de caráter pessoal e familiar. Em uma reunião com sua assessoria de gabinete no início desta semana, o vice-prefeito fez um balanço do trabalho realizado neste mandato, principalmente quando esteve à frente da Usina de Projetos. Na ocasião, ele reafirmou que continuará parceiro da atual gestão. “Quero ajudar ativamente no encerramento deste mandato. Assim, irei acompanhar, mas não estarei participando diretamente destas eleições”. Leia a seguir a íntegra da entrevista.

POR QUE O SENHOR DESISTIU DE DISPUTAR A SUCESSÃO?
 

A decisão de não ser candidato foi pessoal e familiar. Também é preciso ter a sensibilidade e reconhecer que todos os governos anteriores que passaram pelo Executivo tiveram considerável desgaste. Por ser um vice-prefeito muito atuante, sempre querendo que as coisas dessem certo, acredito que sofri naturalmente este reflexo. A minha intenção e o meu propósito agora, é dar o meu melhor como vice-prefeito de Divinópolis e foi isso que me propus há três anos e meio.

VAI APOIAR ALGUM CANDIDATO AO EXECUTIVO? EXISTE A POSSIBILIDADE DE O SENHOR CONTINUAR NA CARREIRA POLÍTICA?
 

Minha preocupação agora é apenas com o encerramento do mandato. Assim, irei acompanhar, mas não estarei participando diretamente destas eleições. Estou muito tranqüilo com esta decisão. Aproveito para deixar aqui o meu agradecimento a todos àqueles que já vinham me apoiando e acolherem o meu nome. Quem sabe eu possa ter uma nova oportunidade de ser candidato a prefeito daqui a quatro anos.

O SENHOR APROVA A ADMINISTRAÇÃO DA QUAL FEZ PARTE?
 

A atual administração deu certo. Com certeza o tempo mostrará as muitas realizações que fizemos nestes últimos quatro anos. Na verdade, o vice- prefeito não tem o poder da caneta. Muitas vezes opinei, fui ouvido e em outras vezes fui voto vencido, mas tenho certeza que neste mandato nós acertamos muito mais do que erramos.

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