terça-feira, 8 de Julho de 2014 07:32h Atualizado em 8 de Julho de 2014 às 07:43h. Carina Lelles

Rominho Duarte não é mais candidato a deputado estadual

Professor, Léo Santos, já havia anunciado que reavaliou a situação e também abriu mão da candidatura

Dois nomes que disputariam as eleições deste ano em busca de uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) abriram mão da candidatura. Na semana passada o professor, Léo Santos, anunciou a desistência e, na noite de ontem, Rominho Duarte também anunciou que não é mais candidato.
Rominho Duarte afirma que a medida foi tomada diante do alto número de candidatos a deputado estadual em Divinópolis, o que pode acarretar a não eleição de nenhum. “Quando começamos a construir a candidatura, em meio aos números que se apresentavam e as possibilidades, falava-se em aproximadamente sete candidaturas a deputado estadual. Não larguei antes porque não houve homologações e registros de candidaturas e seria uma prematuridade largar a candidatura sem ter certeza de quantos concorrentes teria. Hoje se fala em 12 candidatos e isso não viabiliza nenhum”, avalia.
Em entrevistas anteriores, Rominho já havia afirmado que, apesar de estar trabalhando com um nome para a corrida eleitoral, não descartaria a possibilidade de, em algum momento, abrir mão em prol de um acordo que viabilizasse mais de um deputado estadual para Divinópolis. “Naquele momento eu entedia que hora nenhuma haveria vaidade em detrimento ao que seria sóbrio e importante para a cidade. Meu entendimento é que neste momento a gente contribui mais para a cidade fora do processo eleitoral. Essa é a medida mais responsável para a cidade. Com um número excessivo de candidatos a gente tira todas as chances de Divinópolis”, finaliza.

 

 

Léo Santos
No início deste mês o professor, Léo Santos, também abriu mão da candidatura. Em entrevista concedida ao Portal Centro Oeste, o professor alegou que um dos fatores que mais pesou na decisão dele foi o atual modelo eleitoral no país. Para ele, o sistema “inviabiliza candidaturas novas que vêm com o propósito de mudança.”
“Para ser eleito no atual modelo os candidatos têm dois caminhos simples: ou estar dentro de um grupo político tradicional e que já tenha pessoas no poder para assim promover o candidato, ou ter um aporte financeiro monstruoso para fazer campanha de massa e assim dar conhecimento ao nome e a proposta da candidatura”, alegou Leo ao Portal.
“Como nosso grupo não está em nenhuma dessas possibilidades e pelo fato de sermos conscientes, ‘pé no chão’ resolvemos continuar o nosso projeto e construir alternativas sustentáveis para a mudança no nosso cenário político”, completou.

 

 

 

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