Sem usar fundo partidário, Gleidson e Janete definem teto de gastos em campanha para Prefeitura de Divinópolis.

A ideia é que a campanha do PSC em Divinópolis seja um exemplo para o país.

 

O pré candidato a prefeito Gleidson Azevedo e a pré candidata a vice Janete Aparecida , já anunciaram que além de não usar os recursos do fundo partidário, também irão realizar uma campanha barata, com teto de gastos fixado em torno de 100 mil reais. O objetivo, segundo os mesmos, é não ultrapassar os 80 mil reais, mas deixaram a pequena margem para gastos extraordinários que porventura venham a acontecer. Os dois disputarão eleições em chapa pura do Partido Social Cristão, o PSC.

 

Pré candidatos a vereador também já abriram mão dos recursos do fundo partidário que somente neste ano de 2020 vai consumir 2 bilhões de reais em recursos da União. É do entendimento dos membros do partido em Divinópolis que este montante teria melhor uso se aplicado em benefícios para a população como saúde, educação, segurança e outras demandas.

 

Eles seguem a pauta defendida pelo Deputado Estadual Cleitinho que luta por reforma política onde o “fundão” deveria ser extinto. Cleitinho Azevedo, que é apoiador da chapa, gastou R$800 para se eleger vereador e menos de R$30 mil para deputado. A prova concreta de que não é preciso campanhas milionárias que no fundo apenas levantam suspeitas sobre a intenção do candidato que gasta tanto.

 

Os candidatos afirmam que “não tem muito sentido gastar bem mais do que irá ser recebido como salário durante os quatro anos de mandato. Alguns podem alegar que são pessoas que acreditam no grupo e que por isso patrocinam estas campanhas, mas na prática, o que o Brasil tem mostrado, é que muitas vezes a iniciativa privada injeta recursos em campanha esperando obter privilégios em caso de vitória do apoiado”.

 

O PSC Divinópolis e seus apoiadores entendem que campanhas milionárias servem apenas para maquiar projetos ruins e iludir o eleitor. Horário eleitoral de televisão super produzido é uma tentativa de se eleger apostando mais na estética midiática do que no conteúdo de trabalho. É também preciso parar essa indústria do cabo eleitoral que vende os votos de uma comunidade ou entidade em benefício próprio e muita vezes os recursos de campanha são usados para pagar o apoio destas pessoas que no fim não estão comprometidas com o social.

 

Gleidson e Janete entendem que para ser eleito, o político precisa contar apenas com o apoio do povo e assim que começar a campanha irão buscar esse apoio, no corpo a corpo, através das redes sociais, gastando o mínimo possível. A ideia é que a campanha do PSC em Divinópolis seja um exemplo para o país, para que em eleições futuras, o Governo não tenha mais que tirar dinheiro que era pra ser do povo, pra custear candidatos e partidos.

 

 

 

© 2009-2020. Todos direitos reservados a Gazeta do Oeste. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.