sexta-feira, 22 de Novembro de 2013 06:05h Carla Mariela

Tribuno afirma que projeto de Iluminação LED para a cidade poderá gerar economia

Gilsomar Ribeiro Leonardo, diretor da empresa Surepro Brasil, durante reunião ordinária, utilizou a tribuna livre, para ressaltar sobre um projeto piloto, o qual traz propostas em relação à iluminação pública para Divinópolis. Este projeto piloto foi elab

Gilsomar Ribeiro Leonardo, diretor da empresa Surepro Brasil, durante reunião ordinária, utilizou a tribuna livre, para ressaltar sobre um projeto piloto, o qual traz propostas em relação à iluminação pública para Divinópolis. Este projeto piloto foi elaborado, uma vez que a partir de janeiro de 2014 a responsabilidade da iluminação pública será dos municípios conforme constituição federal e anúncio feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo ele, a iluminação conhecida como “LED” hoje, que é usada no mundo inteiro poderá ser um avanço em Divinópolis porque deverá gerar economia.

 


A proposta deste projeto piloto conforme, Gilsomar Ribeiro, foi fabricada fora do país, devido a não tecnologia que o Brasil possui nas questões dos chips LED’s de alta qualidade. Para explicar este tipo de iluminação, ele deu exemplo, do Pronto Socorro. De acordo com Gilsomar Ribeiro, próximo do Pronto Socorro há 2.500 watts de iluminação, ele entrou com 240, obtendo três vezes mais luz do que o normal, significando 10 centavos por dia e economizando no município.

 


Para ele, hoje se fala de uma economia de mais de R$ 2 milhões para a cidade. “Pois existem os fatores ambientais, por exemplo, que quando a prefeitura de Divinópolis assumir por meio da resolução de número 479 da Aneel, eu questiono: Como que ficaria esta situação? Quem vai pagar o descarte dessas lâmpadas? Quem vai dar manutenção nestas lâmpadas?”, indagou.

 


De acordo com Gilsomar Ribeiro, o projeto piloto foi feito estrategicamente atrás do pronto socorro a pedido do prefeito Vladimir Azevedo (PSDB), até pelos altos índices de usuário de drogas. Segundo ele, a movimentação ali de pessoas é grande, sendo que muitas não são de Divinópolis e acabam assumindo um risco passando por aquelas vias. “Nós mudamos isso hoje e até os moradores de ruas ficaram satisfeitos com esta nossa atitude”, afirmou.

 


Sobre a apresentação deste projeto para a prefeitura, ele enalteceu a Usina de Projetos por meio do superintendente Lúcio Espíndola e frisou que fez o estudo afirmando que é possível se ter a iluminação pública por meio de LED e que o resultado segundo Gilsomar Ribeiro está sendo excelente. “O resultado está bom, tanto é que estão sendo doados ao pronto socorro municipal as iluminações da área interna porque na iluminação da área interna nem a prefeitura assume e nem a Cemig fala que é dela. Vamos colocar lâmpadas lá de 30 watts que vai equivaler uma lâmpada aí de 125, e no mais o projeto tem vários fatores de economia”, assegurou.

 


Em relação a previsão para que o projeto seja instalado, ele disse que a proposta já iniciou-se com o estudo piloto. “Tivemos que passar por uma sabatina técnica muito forte da Cemig. Eles pediram para nós tudo que seria impossível, e nós conseguimos tudo que é possível. Quando você está fazendo um estudo há mais de quatro anos passamos a ter uma visão melhor. A iluminação foi feita para clarear as vias e os passeios. Nós vamos retirar com isso do meio ambiente cerca de 171.282 gramas de mercúrio. Divinópolis passa a receber um certificado reconhecido no Brasil, um certificado de cidade sustentável e essa tecnologia eu me orgulho de falar porque foi desenvolvida dentro dos padrões de Minas Gerais, especificamente, para Divinópolis”, declarou.
Entretanto, este projeto surgiu a partir da audiência pública feita na Aneel, quando Gilsomar Ribeiro se sentiu triste ao ver o desespero dos prefeitos, mas ao mesmo tempo ele disse que notou que este sentimento dos gestores estava relacionado com a falta de esclarecimento dos secretariados que estavam com eles. “No meu pronunciamento na audiência eu mostrei para os gestores que o passivo pode virar mais ativo. Na medida em que forem trocadas essas lâmpadas de maneira sustentável, haverá economia e temos uma previsão de aproximadamente três anos, com a ação de quatro equipes para fazer a troca dessas lâmpadas”, finalizou.

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