segunda-feira, 14 de Outubro de 2013 05:39h Atualizado em 14 de Outubro de 2013 às 06:34h. Carla Mariela

Vice-presidente da câmara se reúne com vice-prefeito de Divinópolis para acertar questões do camelódromo

O vice-prefeito de Divinópolis declarou que o superintendente do SPU/MG; já oficializou a regularidade do imóvel, que servirá como novo local do camelódromo, para ser vendido à prefeitura. Embora tenha tido a oficialização, a administração municipal no mo

Há um mês a Gazeta publicou uma matéria abordando sobre o novo local que vai abrigar o camelódromo de Divinópolis. Atualmente, o camelôdromo fica situado no quarteirão fechado da rua São Paulo. Conforme projeto elaborado pela prefeitura que está prestes a ser concluído, o novo espaço para vendas deverá ser ao lado do Restaurante Popular, localizado também na rua São Paulo.

O vice-prefeito de Divinópolis, Rodrigo Resende (PDT) disse que neste novo espaço morava um inquilino da antiga rede ferroviária. A gestão anterior conseguiu negociar com este morador, o colocando em outra casa e desapropriando o espaço, demolindo a casa que havia ali.

De acordo com Resende, o imóvel pertence à união, sendo que a mesma tem 100% de interesse em vendê-lo e por conseguinte a prefeitura tem amplo interesse em comprar. Nesse sentido, era preciso entrar em consenso com relação ao preço segundo o vice-prefeito.

Sobre a tentativa de consenso, Resende relatou que se reuniu com Rogério Aranha, superintendente de Patrimônio da União em Minas Gerais (SPU-MG), quando entregou um ofício assinado pelo prefeito, Vladimir Azevedo (PSDB) solicitando a cessão do imóvel para a prefeitura. O superintendente baseado nas informações do vice-prefeito afirmou que não poderia fazer isso, pois já havia as negociações para a venda. Inclusive, a Caixa já estaria avaliando.

Em um novo encontro, que ocorreu ontem no gabinete do vice-prefeito, com a presença do vice-presidente da câmara municipal, Marquinho Clementino (PSL); do presidente da Associação Comunitária do Centro do município, Leonardo Santos; do empresário Geraldo Pinheiro; o vice-prefeito explicou como está o andamento sobre a mudança do camelódromo.

Segundo ele, a parte que cabe a prefeitura já está sendo realizada, como por exemplo, o ofício que Vladimir Azevedo elaborou para a compra do imóvel, que por sinal já foi aprovada.  “Rogério Aranha (superintendente do SPU/MG), já oficializou que o imóvel está todo regular para ser vendido à prefeitura, mas nós estamos dependendo da Caixa Econômica Federal, que é o órgão do governo que avalia o patrimônio da União para que este seja vendido. Aguardamos a avaliação e em seguida voltaremos com um diálogo junto ao SPU, já por dentro do preço para a compra e assim estabelecer o camelódromo ao lado do restaurante popular”, assegurou.

O presidente da Associação Comunitária do Centro, Leonardo Santos, abordou que participou deste encontro, porque tem interesse no projeto urbanístico para melhorar a região do quarteirão fechado da São Paulo, criando algo no sentido de lazer.

O empresário, Geraldo Pinheiro, também estava na reunião com o mesmo pensamento.

Sobre o novo espaço para o camelódromo:

O novo camelódromo terá uma cobertura fixa. O objetivo é fazer uma área dentro do lote e cobrir, por meio de uma estrutura metálica. O lote é um pouco maior do que o camelódromo atual ao todo, são 540 metros quadrados.
O vendedor que quiser se instalar naquele espaço terá que participar de uma licitação para ter o benefício. Se o vendedor não quiser mais, ele passa o espaço ao município para que outra licitação possa ser aberta.

Sobre a proximidade com o Pronto-Socorro, Resende acredita que este também não será motivo de problemas. Ele explicou que o local estava servindo, até pouco tempo, como dormitório para alguns moradores de rua que rondam a região da UPA. Entretanto, foi instalada no espaço uma cerca com o intuito de evitar que isso ocorresse.

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