segunda-feira, 2 de Dezembro de 2019 18:40h Ilidio Luciano

Representantes da Saúde de Divinópolis apresentam plano gestor integrado para Hospitais da Macrorregião.

Todos os hospitais terão que atender aquilo que formalizaram em contrato com o órgão gestor.

ILÍDIO LUCIANO

Representantes da Superintendência Estadual de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde e do Consórcio Cis-URG convocaram a imprensa de Divinópolis, para apresentarem o novo modelo de gestão dos hospitais da Macrorregião Centro Oeste.

O objetivo principal é fiscalizar e cobrar das casas de saúde o cumprimento dos requisitos apresentados em contrato, para a realização dos serviços à comunidade, principalmente no que diz respeito ao SUS Fácil.

O Superintendente Regional de Saúde, Alan Rodrigo da Silva comentou sobre a classificação da região dentro do estado, que é uma das piores em atendimento hospitalar.

“No início do ano, a situação era realmente caótica, estávamos realmente ranqueados entre as piores do estado em resolutividade dos atendimentos, mas temos apresentado números melhores”, garante.

Uma das propostas do novo plano diretor é a maior cobrança, para que os hospitais conveniados à rede de regulação sejam mais eficientes. O superintendente diz que de janeiro até agora, essa ação sofreu uma melhora significativa.

“Uma das premissas do governo é o aumento da eficiência, ou seja, fazer mais com o que a gente já tem. Vamos verificar os contratos, as condições de instalações deles e exigir o cumprimento daquilo que está contratualizado. Só com essa medida, já conseguimos uma melhora na resolutividade”, comemora.

O Secretário de Saúde de Divinópolis, Amarildo Souza abordou a situação da UPA, que já melhorou os resultados da resolutividade, por conta da junção das regulações de saúde na cidade.

“Depois que tivemos a união das regulações, que são três, resolutivas, urgência e emergência e a regulação estadual dos leitos hospitalares, fizeram com que a taxa de espera dos pacientes da UPA caísse de sete dias, para apenas dois, o que melhorou muito o fluxo na UPA; saímos de uma média de 60 pacientes por dia, para apenas 20, então consideramos que é uma política pública que realmente surtiu efeito”, festeja.

O Superintendente Regional apresentou números que comprovam a abertura de novos leitos, para atendimento aos pacientes do SUS, em procedimentos de média e alta complexidade em hospitais da região, o que gerou um número de 915 internações em 2019.

Na Macrorregião Centro Oeste estão cadastrados 34 hospitais, que disponibilizam 1.204 leitos para este fim; entretanto há especializações que não contam ainda com hospitais de referência, como cardiologia e oncologia, o que será atendido, quando o Hospital Regional de Divinópolis for inaugurado.

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