sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011 11:49h Cristiane Fernandes

Lote vago preocupa os moradores do bairro Sidil

O bairro Sidil que é considerado uma localidade nobre entre os divinopolitanos também se tornou alvo de reclamações corriqueiras entre os moradores da região. A população residente entre as ruas Rio de Janeiro e Pará entrou em contato com a Gazeta do Oeste para reclamar da grande quantidade de lixo encontrado na esquina citada.
De acordo com um comerciante que preferiu não se identificar, os próprios moradores jogam lixo no lote e depois reclamam da sujeira. No local é possível encontrar folhas, garrafas e até mesmo pneus.
A preocupação dos moradores é em relação às doenças e animais peçonhentos, que a falta de cuidado com o lote pode causar. Segundo o comerciante, o lixo caído no chão não é recolhido pelos funcionários do lixão e isso agrava ainda mais a situação do local.


A equipe de reportagem entrou em contato com a empresa Viasolo responsável pela coleta de lixo no município, e segundo o assistente de controle operacional Rodolfo Coelho, até o momento o setor da empresa direcionada a reclamações não obteve nenhum registro em relação à aquela região. “Temos um setor só para atender reclamações e não recebemos nenhum comunicado até o momento. Já quanto a coleta na região, nosso contrato é de que o trabalho seja efetivado em via pública, ou seja, dentro de lotes vagos não somos obrigados a coletar”, explicou. O assistente pontuou ainda que o fato do lote estar com mato alto dificulta o trabalho. Porém foi solicitado que um fiscal da Viasolo vá até o local verificar a situação, tendo em vista que na localidade é realizada a coleta noturna todos os dias, tendo em vista que a empresa se disse disposta a resolver o problema.


Entretanto, o lote esta sem os devidos cuidados, não é murado e há muito tempo não é capinado, o mato chega a passar a altura da cerca de arame colocado no local. Conforme informações dos moradores o lote seria da prefeitura municipal, porém ao entrarmos em contato com a assessoria de comunicação, a reportagem foi informada que: “a área mencionada é particular, e não da Prefeitura Municipal. E por tratar-se de uma Área de Preservação Permanente (APP), não é permitido construir, desmatar e etc” informou em nota a imprensa. Contudo, o que questionamento dos moradores em relação ao mato alto onde deveria ser um passeio com uma lixeira, ficou sem a devida resposta, uma vez que por se tratar de uma APP a área deve ser preservada e o mato não pode ser cortado, tendo em vista que a fiscalização das APP's é de responsabilidade do Estado, ou seja do antigo Instituto Estadual de Florestas (IEF).

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