Polícia

Quatro suspeitos são presos por golpe do motoboy 

A estimativa é de que o grupo tenha causado um prejuízo de, aproximadamente, R$ 35 mil às vítimas.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio das polícias civis do Estado do Maranhão e Estado de São Paulo, cumpriu, na quarta-feira (1/6), mandados de prisão preventiva em desfavor de quatro pessoas suspeitas de integrarem uma associação criminosa voltada ao crime de estelionato, na modalidade “golpe do motoboy”. Na capital paulista, foram presos um homem e duas mulheres. Já em Colinas, no estado do Maranhão, uma terceira mulher foi presa. Entre as suspeitas presas, uma é apontada como líder do grupo criminoso.

As investigações, coordenadas pela 1ª Delegacia Polícia Civil em Nova Lima, iniciaram em dezembro de 2020, quando quatro idosas foram vítimas na cidade de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, sendo identificado alguns suspeitos pelo crime. À época, a equipe policial tomou conhecimento de que um deles tinha retornando à cidade mineira para cometer novos crimes, resultando em sua prisão em flagrante, em março de 2021, após fazer novas vítimas.

Segundo apurado, a associação criminosa estava sediada no estado de São Paulo, mas atuava em todo território nacional. No transcorrer da investigação, foram apreendidos diversas máquinas de cartão de crédito utilizadas indevidamente, cartões de crédito de vítimas, celulares e dinheiro.

Os investigados prestaram depoimentos e foram encaminhados aos sistemas prisionais de seus respectivos estados, onde estão à disposição da Justiça.

Golpe do Motoboy

Nesse tipo de golpe, os suspeitos entram em contato, por telefone, com potenciais vítimas, geralmente idosas, as quais são convencidas por uma falsa central telefônica de determinada instituição financeira, de que tiveram seus cartões de crédito clonados, ocasião em que são solicitados alguns dados, entre eles senhas. Posteriormente, a vítima é orientada a entregar o cartão de crédito supostamente cancelado, com as respectivas senhas, a um hipotético funcionário do banco ou a um suposto policial que irá até a casa da vítima para buscá-lo. Em posse do cartão e das senhas, os golpistas realizam diversas transações financeiras, causando grandes prejuízos às vítimas.

Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais.

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