Homem tem 80% do corpo queimado após explosão em lanchonete no centro de Divinópolis

A Central de Regulação do SAMU Oeste recebeu chamado às 12h38 desta quinta-feira (29) para apoio ao Corpo de Bombeiros, na explosão em uma lanchonete, na Rua Minas Gerais, em Divinópolis.
Ao chegar no local a equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) de Divinópolis fez o atendimento de um homem, de 63 anos. Na chegada das equipes estava com rebaixamento do nível de consciência e precisou ser sedado. Apresentava queimaduras em aproximadamente 80% do corpo (cabeça, rosto, vias aéreas, tórax, abdômen, coxas).
Recebeu os primeiros atendimentos, foi imobilizado, entubado e encaminhado para a Sala Vermelha do Complexo de Saúde São João de Deus, em Divinópolis.
NOTA OFICIAL DOS BOMBEIROS
Explosão em residência/habitação
Centro – Divinópolis
Os bombeiros foram acionados através da central de atendimento de emergências 193 por volta de12h30 devido a uma explosão em uma lanchonete, na Rua Minas Gerais, em Divinópolis.
No local os militares constataram que um cômodo anexo a uma residência estava em chamas e no local também estava uma vitima com queimaduras por todo o corpo. A vítima havia sido retirada do local por um soldado da polícia militar acompanhado de outro vizinho. Enquanto parte da equipe realizava atendimento primário a vítima até a chegada da Unidade de Suporte Avançado do SAMU, os demais militares da GU BM faziam o combate as chamas. O cômodo anexo a casa de aproximadamente 5m², era usado como cozinha para fabricação de salgados. Todos os utensílios, móveis e eletrodomésticos do local foram danificados pelas chamas.
Foi constado que a explosão foi causada por vazamento de gás de três botijões de cozinha usados para a produzir salgados que a vítima vende de porta-a-porta. No momento do combate, duas válvulas estavam rompidas e em chamas e o terceiro botijão estava danificado. Nenhum dos vasilhames de GLP categoria P13 (botijão de cozinha) rompeu ou explodiu. A explosão foi causada pelo vazamento do gás.
Após o combate as chamas, os militares acionaram a perícia da Polícia Civil para avaliar danos, causa e natureza do vazamento. Os vasilhames foram recolhidos por uma empresa autorizada.


















