Divinópolis

Na Flip 2025 em Paraty, poeta mineira Thaís Campolina faz sessões de autógrafos do livro “estado febril” em espaços dedicados à literatura feita por mulheres

Publicado pela Macabéa Edições, “estado febril” marca a consolidação da escritora mineira Thaís Campolina como um dos nomes em evidência na poesia contemporânea brasileira. Com metáforas espaciais, a obra reflete sobre o amadurecimento feminino, explorando memórias, ciência e histórias de mulheres silenciadas pela sociedade.

Na Flip, estará presente no estande da com.tato, localizado na Casa Escreva, Garota! (Travessa Gravatá 56c/d), no dia 1/7 às 11h, para uma sessão de autógrafos.No dia seguinte, 2/7 às 11h, ela faz outra sessão no espaço do coletivo Escreviventes, localizado na Praça Aberta da cidade de Paraty (RJ).

Vencedora do Prêmio Poesia InCrível de 2021 com “eu investigo qualquer coisa sem registro”, Thaís retorna à poesia com versos que unem delicadeza e força, transformando pequenas vivências cotidianas em um cosmos particular. A obra, que teve sua pré-venda financiada coletivamente com sucesso, conta com textos de apresentação assinados por Carla Guerson, Jeovanna Vieira e Letícia Miranda.

“estado febril” é um coming of age de uma menina desobediente, que resgata vozes femininas esquecidas e reflete sobre a escrita como ato de resistência. Para Thaís, “é da desobediência que surgem a criação, o pensamento crítico e a busca pelo conhecimento”.

Além de ser uma entusiasta da poesia, Thaís se mune dos mais variados assuntos pelos quais se interessou ao longo de sua vida para a construção de poemas que vão desde memórias de família até a mais profunda ligação com as estrelas e a criação do universo. Tudo isso sem nunca deixar para trás as histórias das mulheres, sejam próximas a ela, como suas avós, sejam as grandes cientistas e escritoras que viram seus feitos esquecidos ou creditados a colegas homens.

A memória se manifesta recorrentemente no livro. Isso porque Thaís acredita que, de certa forma, é na infância que está a origem de tudo: nos laços e exemplos familiares. Estar diante das possibilidades que o mundo oferece e se perceber diferente de todos, inclusive daqueles que eram até então eram tudo que se conhecia é um assombro, assim como é voltar para a casa e observar as idiossincrasias familiares como algo que também nos constitui.

Sobre a autora

Thaís Campolina nasceu em Divinópolis (MG), na mesma cidade que Adélia Prado, em 1989 e quase sem querer encarou essa coincidência territorial como um destino e passou a escrever poemas a fim de investigar qualquer coisa sem registro (Crivo Editorial, 2021), seu primeiro livro de poesia.

Apaixonada por plaquetes, também publicou noticiosas (artesanal, 2023), línguas soltas (Primata, 2024) e frigideira (Tato Literário, 2024). Pós-graduada em Escrita e Criação, é mediadora de leitura nos clubes Cidade Solitária, Leia Mulheres Divinópolis e Casa das Poetas, além de curadora da página Bafo de Poesia.

Adquira “estado febril” pelo site da Macabéa Edições: https://www.macabeaedicoes.com/pagina-de-produto/estado-febril

AGENDA

O que: sessões de autógrafos do livro: “estado febril”, de Thaís Campolina, na Festa Literário Internacional de Paraty (FLIP)

Sessão de autógrafos na Casa Escreva, Garota!: dia 1/7, a partir das 11h, na Travessa Gravatá 56 c/d

Sessão de autógrafos no espaço Escreviventes: dia 2/7, a partir das 11h, na Praça Aberta

EVENTOS GRATUITOS

Imagem de uma mulher com cabelo ondulado e óculos, segurando o livro 'estado febril' de Thaís Campolina. O fundo apresenta cores de um evento literário com texto sobre uma sessão de autógrafos na Festa Literária Internacional de Paraty.

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