Polícia

Operação fiscaliza 37 empresas de pirotecnia e aplica mais de R$ 130 mil em autuações no Centro-Oeste de Minas Gerais

A Polícia Militar de Meio Ambiente, o Exército Brasileiro, a Semad, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros Militar realizaram, entre os dias 4 e 7 de maio de 2026, a Operação Argos II, voltada à fiscalização de empresas do setor de pirotecnia em municípios do Centro-Oeste de Minas.

A ação ocorreu em Santo Antônio do Monte, Lagoa da Prata, Japaraíba, Moema e Pedra do Indaiá. O objetivo foi fiscalizar empresas ligadas à produção, armazenamento e transporte de artefatos pirotécnicos, além de prevenir e reprimir infrações e crimes ambientais relacionados à atividade.

De acordo com a Polícia Militar de Meio Ambiente, a operação foi executada em cumprimento à Ordem de Serviço nº 003.6/2026, vinculada ao planejamento anual de fiscalização. Participaram equipes do 5º Grupo de Polícia Militar de Meio Ambiente de Formiga, do 6º Grupo de Arcos e do 7º Grupo de Lagoa da Prata, com apoio e coordenação do 1º tenente PM Daniel, comandante do 6º Pelotão de Meio Ambiente.

A operação também contou com equipes da 4ª Região Militar do Exército Brasileiro, sob coordenação do tenente-coronel Heleno. Além disso, participaram representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, do Núcleo de Emergência Ambiental, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros Militar.

Ao todo, 37 empresas foram fiscalizadas durante os quatro dias de operação. Conforme o balanço divulgado, três empresas foram autuadas por operar atividade potencialmente poluidora sem licença ambiental ou termo de ajuste de conduta.

Também houve uma autuação por captação de água sem outorga. O valor total das autuações aplicadas chegou a R$ 130.272,75.

A fiscalização teve foco no cumprimento das normas ambientais e de segurança relacionadas ao setor de pirotecnia, atividade que exige controle específico em razão dos riscos envolvidos na fabricação, armazenamento e transporte de materiais explosivos.

Os órgãos envolvidos destacaram que ações integradas como a Operação Argos II buscam ampliar o controle sobre atividades sujeitas à fiscalização ambiental e administrativa, além de reforçar a prevenção de irregularidades em empresas que atuam com artefatos pirotécnicos.

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