Política

Após audiência de instrução Vereador Eduardo Print Junior emite nota oficial

Nota de conhecimento – Audiência sobre a Operação Gola Alva

Nada de novo na Audiência Judicial da operação Gola Alvo. Assim como aconteceu nos últimos 13 meses, nenhuma prova que incriminasse o vereador Eduardo Print Júnior foi apresentada pela acusação ou até mesmo pelo Ministério Público. Pelo contrário: as testemunhas confirmaram, perante o judiciário, que não conhecem ou não negociaram/ efetuaram nenhum tipo de valor buscando qualquer vantagem em aprovação de projetos na Câmara de Divinópolis. Os depoimentos foram coerentes com o que todos pudemos ouvir nas oitivas realizadas no plenário da Câmara perante à comissão processante. O primeiro a ser ouvido pela justiça foi o Sr. Prefeito Gleidson Azevedo, afirmando que os empresários teriam confirmado pagamentos ao Vereador Eduardo Print Júnior. Entretanto, o prefeito Gleidson Azevedo foi desmentido em juízo pelos próprios empresários. Numa das falas, o Prefeito afirmou que o Sr. Nicácio, num almoço, onde foi feita uma gravação de forma clandestina e sem autorização do mesmo, teria afirmado positivamente que teria pago propina ao então presidente da Câmara, fato negado pelo Sr Nicácio tanto nas oitivas quanto no depoimento ao judiciário nessa quarta-feira. Nicácio reafirmou, de forma categórica, que nunca fez pagamento algum ao Vereador. Da mesma forma, foram ouvidos outros empresários, que também mantiveram a mesma versão de que não negociaram, em momento algum, com Eduardo Print Jr. Os empresários João Paulo e Walmir, que confirmaram ter deixado dinheiro no “Posto do Print”, destacaram veementemente que fizeram a pedido do vereador Rodrigo Kaboja, não tendo nenhuma vantagem financeira ao vereador Eduardo. Importante frisar que todos os empresários afirmaram haver um empecilho na prefeitura para poder apresentar projetos de zoneamento, e alguns deles revelaram que foram orientados na própria sede administrativa da prefeitura a procurarem o Vereador Kaboja para que auxiliasse no processo. Os Vereadores ouvidos como testemunhas foram claros em afirmar que não receberam pagamentos para que fossem aprovados os projetos, tendo as aprovações se dado pela convicção de cada um, sem interferência. O Procurador da Câmara esclareceu o processo legislativo, explicando didaticamente que as sanções dos projetos pelo Vereador Eduardo, à época da casa, se deram por força da lei. Ou seja, caso não o fizesse, poderia ter seus direitos políticos cassados. Mais uma vez fica claro que a acusação não possui qualquer tipo de prova contra o Vereador Eduardo Print Jr. Em relação ao trâmite do processo, a partir da decisão de hoje o Ministério Público tem 30 dias para apresentar as suas alegações finais. Após, inicia-se novo prazo de 30 dias também para as defesas apresentarem as suas alegações caso seja apresentada uma nova acusação. Após isso, o judiciário tem o prazo legal para apresentar a sentença de mais 30 dias. Dessa forma, a sentença deverá ser conhecida somente em Outubro, após o período eleitoral.

Michele Loyola
Eduardo Print Júnior

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