Polícia

Homem de 68 anos morre após passar mal e se afogar durante atividade em Itaúna

Um homem de 68 anos morreu após passar mal durante uma atividade aquática na Barragem do Benfica, em Itaúna, no Centro-Oeste de Minas Gerais. A ocorrência foi registrada no domingo (16), na região do Condomínio Lago do Sol. O homem começou a apresentar problemas de saúde enquanto participava da atividade na água, sofreu um princípio de afogamento e entrou em parada cardiorrespiratória. Pessoas que estavam no local iniciaram os primeiros procedimentos de socorro antes da chegada do Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros foi acionado pelo telefone de emergência 193 após receber a informação de que uma pessoa havia passado mal durante uma atividade aquática. Quando os militares chegaram à Barragem do Benfica, encontraram o homem já retirado da água e às margens da lagoa. Ele estava em parada cardiorrespiratória e recebia manobras de ressuscitação cardiopulmonar realizadas por pessoas que presenciaram a ocorrência.

As informações levantadas durante o atendimento indicam que a vítima participava de uma atividade envolvendo uma moto aquática. O cunhado do homem conduzia a embarcação que o puxava quando, durante o percurso, a vítima fez um sinal para que a atividade fosse interrompida. Em seguida, informou que estava passando mal. Pouco depois, o homem começou a se afogar, momento em que o condutor pediu ajuda às outras pessoas que estavam nas proximidades.

Após a retirada da vítima da água, as pessoas que prestavam auxílio iniciaram as manobras de ressuscitação cardiopulmonar. Um Desfibrilador Externo Automático (DEA) também foi conectado ao homem durante as tentativas de reanimação. O equipamento analisou a condição cardíaca da vítima, mas não indicou a aplicação de choque naquele momento. As manobras continuaram até a chegada da equipe do Corpo de Bombeiros.

Os bombeiros assumiram o atendimento e deram continuidade aos procedimentos de ressuscitação. A equipe realizou ciclos de reanimação ainda às margens da barragem e, posteriormente, preparou o homem para ser transportado até uma unidade hospitalar. As manobras foram mantidas durante todo o deslocamento, diante da ausência de recuperação da circulação espontânea registrada durante os primeiros procedimentos.

A vítima foi encaminhada ao Hospital Manoel Gonçalves, em Itaúna. A unidade hospitalar foi comunicada previamente para preparar o recebimento do paciente. Na chegada, o homem foi levado diretamente para a área de emergência e entregue aos profissionais de saúde de plantão, que deram continuidade ao atendimento iniciado ainda na Barragem do Benfica.

Apesar das tentativas de reanimação realizadas desde a retirada da água e mantidas durante o transporte e no atendimento hospitalar, o homem não resistiu. A morte foi confirmada posteriormente. As informações divulgadas sobre a ocorrência não detalham se a parada cardiorrespiratória foi provocada pelo afogamento, pelo problema de saúde apresentado momentos antes ou pela combinação dos dois fatores.

O relato apresentado durante o atendimento indica que o mal-estar aconteceu antes do afogamento. A vítima conseguiu sinalizar que precisava interromper a atividade e comunicou que não estava bem antes de começar a se afogar. Essa sequência é considerada no registro da ocorrência, mas não há, nas informações disponíveis, diagnóstico médico divulgado que permita determinar o que provocou inicialmente o mal-estar apresentado pelo homem.

O caso mobilizou o Corpo de Bombeiros de Itaúna, que ficou responsável pelo resgate e pelo transporte da vítima ao hospital. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar informaram posteriormente que não participaram do atendimento dessa ocorrência. A atuação inicial de pessoas que estavam na barragem possibilitou que as manobras de ressuscitação fossem iniciadas antes da chegada dos militares.

A ocorrência aconteceu em uma área da Barragem do Benfica utilizada para diferentes atividades aquáticas. No caso registrado no domingo, as informações disponibilizadas até agora não apontam colisão envolvendo a moto aquática nem indicam que a vítima tenha sofrido algum trauma provocado pela embarcação. O atendimento concentrou-se no mal-estar apresentado durante a atividade, no afogamento e na parada cardiorrespiratória constatada posteriormente.

Também não foram divulgadas informações oficiais indicando irregularidade na condução da moto aquática ou responsabilidade de terceiros pela morte. Os dados disponíveis descrevem o episódio como uma emergência médica ocorrida durante uma atividade na água. Eventuais informações complementares sobre a causa da morte dependem dos registros médicos e de outros procedimentos relacionados ao caso.

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