Motorista é preso com reboque adulterado em fiscalização na MG-260

Um motorista foi preso durante uma operação policial realizada na noite de segunda-feira (10), no km 34 da MG-260, em Cláudio, no Centro-Oeste de Minas. A abordagem ocorreu por volta das 19h e terminou com a apreensão de um veículo e de um reboque após a equipe identificar divergências nos sinais de identificação e nos documentos apresentados pelo condutor.
Durante a fiscalização, os policiais abordaram uma Fiat Strada que transportava um reboque com a placa RUI4I94. A equipe iniciou a inspeção dos veículos e tentou localizar os elementos de identificação utilizados para conferir a procedência e a regularidade do equipamento rebocado.
Na vistoria, os policiais não localizaram o número do chassi do reboque. Diante da situação, o motorista foi questionado sobre a documentação e apresentou aos militares uma nota fiscal em formato PDF.
A conferência mostrou que o número de chassi informado na nota fiscal era diferente daquele relacionado à placa que estava instalada no reboque. As divergências levaram a equipe a realizar novas verificações durante a abordagem.
Segundo o registro da ocorrência, o próprio condutor informou posteriormente que a placa RUI4I94 não pertencia ao reboque que estava acoplado ao veículo naquele momento.
O motorista apresentou então, também em formato PDF, um Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) referente a outro reboque, identificado pela placa FML3I94. Ele informou que aquele documento corresponderia ao equipamento transportado.
A análise do segundo documento apontou uma nova divergência. O número de chassi existente no CRLV apresentado correspondia a uma terceira numeração, diferente das informações verificadas anteriormente durante a fiscalização.
Diante das inconsistências encontradas entre a placa instalada, a nota fiscal e o documento apresentado, a equipe policial apreendeu o veículo para os procedimentos previstos na ocorrência.
O condutor também recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, onde o caso foi apresentado para as providências cabíveis e continuidade da apuração.
A ocorrência foi registrada como adulteração de sinal identificador de veículo automotor. As informações disponibilizadas não detalham a origem do reboque nem esclarecem quando ou em quais circunstâncias as divergências de identificação ocorreram.
Também não foram divulgados o nome e a idade do motorista. A investigação deverá apurar a procedência do reboque e esclarecer as diferenças encontradas entre os sinais identificadores e a documentação apresentada durante a abordagem na MG-260.





















